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Friday, March 4, 2016

Hotel na Rua 1º de Dezembro com reclamo ilegal desde 5 de Março de 2015


No dia 5 de Março de 2015 foi instalado este reclame luminoso de grandes dimensões de um novo Hotel na Rua 1º de Dezembro 84 a 100 (com frente também para a Praça D. Pedro IV 54 a 61); a 30 de Abril de 2015 fomos informados oficialmente pela DGPC que o referido dispositivo de publicidade era de natureza ilegal pois não recebeu o parecer obrigatório e vinculativo da tutela da Cultura e que por esse motivo foi solicitado à CML explicações sobre o seu licenciamento.

Passado exactamente 1 ano, continua instalado na fachada o referido dispositivo de publicidade, que foi fotografado no dia da sua instalação a 5 de Março de 2015 (teve direito a escolta da Polícia Municipal!), conforme imagens que enviámos à DGPC nessa data exacta.

Porque ficam nos locais estes dispositivos ilegais durante anos apesar das denúncias e da confirmação da sua ilegalidade e evidente impacto negativo nos bens culturais classificados? Vai ser necessário que o jornalista ANtónio Cerejo traga mais este caso para a praça pública para que a CML e DGPC façam cumprir a Lei do Património?

É pois com grande preocupação que assistimos à proliferação de dispositivos de publicidade instalados de forma descuidada, sobre vãos, guardas de varandas, etc. um pouco por toda a Baixa Pombalina e com o aparente desinteresse da CML.

Tuesday, September 22, 2015

«CML abdicou da sua responsabilidade planeadora e reguladora»

Bye, bye Lisboa!

A Câmara de Lisboa abdicou da sua responsabilidade planeadora e reguladora, abrindo a caixa de pandora.
Em 1990 Barcelona com 1,5 milhões de habitantes atraiu 1,7 milhões de Turistas. Em 2014 Barcelona recebeu 7,5 milhões de Turistas. Rendimento anual através do Turismo atingiu os 12 mil milhões de euros.
Nas Ramblas, em cada 10 transeuntes, 9 são turistas. 1991: 23,7191991 dormidas; 2003: 37,224 dormidas; 2013: 69,128 dormidas.
Assistiu-se assim, à tranformação de toda a cidade num Parque Temático Turístico e à redução de todas as actividades a uma única, omnipresente e obsessiva Monocultura. O Turismo.
Todo e qualquer sentido do Viver e Habitar quotidiano foi dominado e reduzido à erosão permanente do visitar, do residir temporário, do permanente happening nocturno e da festa contínua.
Ao permitir este consumir de forma erosiva, predadora e esgotante, de todas as características que, precisamente, constituíram o atractivo e o motivo da vinda e, originalmente, o apelo de vísita, Barcelona cada vez mais, e paradoxalmente, foi transformada num local onde Turistas apenas encontram outros Turistas. Uma plataforma globalizada, esvaziada dos seus conteúdos, dos seus moradores e autenticidade original.
Tudo isto levou a uma crescente revolta local, com movimentos cívicos e crescentes manifestações de rua, culminando este processo com a eleição de Ada Colau para presidir o Município.
A primeira medida de Colau foi instalar uma moratória durante 1 ano, de todo o licenciamento para novos projectos turísticos, incluindo hóteis, hostels, reconversões para alojamentos temporários, etc.
Levou também à produção do já famoso Documentário “Bye Bye Barcelona”, no qual, todas estas situações e desafios são ilustrados.
Entretanto, Colau entrou em confronto directo com a airbnb e a Booking.com, exigindo destas organizações especialistas em estadias temporárias, a relação completa das moradas e registos de ofertas dos seus sites.
A todos os endereços ilegais serão impostas multas de 15.000 a 90.000 euros, oferecendo Colau como alternativa ao pagamento das multas pelos proprietários destes alojamentos, a disponibilização pelos mesmos, destas moradas durante três anos, como habitaçào social, para os residentes locais.
A recusa das organizações referidas de disponibilizar as informações exigidas, poderá levar à proibição de acesso a estes sites especializados em oferta de alojamentos temporários, em todo o território da Catalunha.
Alfama recebeu recentemente, a visita do Secretário de Estado do Turismo e do Ministro da Economia, que triunfalmente e com um distanciamento “blasé” em relação a um possível papel regulador, equilibrador, planeador, recusaram qualquer reflexão ou dúvida quanto ao crescimento avassalador da oferta e transformação de todas as residências, em alojamentos temporários, sem qualquer tipo de regulamento ou limites, dedicados ao Turismo.
Nesta irrealista e irresponsável atitude caracterizada por um “laissez faire, laisser aller” in extremis, até criticaram uma tímida e tardia preocupação, formulada por um dos grandes responsáveis por esta ausência de gestão e planeamento, Manuel Salgado.
Com efeito, Manuel Salgado ao anunciar em 2008 “A Baixa nunca será um bairro residencial” e ao propor exclusivamente um investimento na hotelaria, residências universitárias e alojamentos de curta e média permanência, entregando a dinâmica do investimento únicamente às exigências dos “mercados”, abdicou da sua responsabilidade planeadora e reguladora, abrindo a caixa de pandora.
No início do processo, antes da crise e respectiva transformação, motivada pela mesma crise, da cidade num gigantesco negócio de estadias temporárias, e acima de tudo, do exôdo maciço de toda a juventude Portuguesa, estes, naturalmente os potenciais habitantes de uma Baixa ainda vazia , ainda teria sido possível planear / estabelecer um equilíbrio.
Assim também, a possível inserção da totalidade da Baixa num regulamento de rigor Patrimonial determinado pela Unesco não convinha à liberdade de manobra de intervenção e licenciamento de Manuel Salgado, pois iria impedir a sua política de “fachadismo” e de destruição sistemática dos Interiores Pombalinos pelos “investidores”.
 Agora, dramaticamente é tarde, e provavelmente de forma irreversível Manuel Salgado e os dois ilustres visitantes de Alfama vão acabar perversamente por “ter razão” na sua irresponsável atitude e ausência de visão.
Entretanto, brevemente, em frente a Alfama vai surgir o novo terminal de Cruzeiros, aumentando o “potencial” e alargando, através das respectivas intervenções e arranjos da envolvente incluindo possivelmente a desejada desactivação da estação de Santa Apolónia, a plataforma da Monocultura.
Bye Bye Lisboa!

Monday, September 8, 2014

CML continua a prostituir a Cidade Histórica...

















Será que a DGPC foi consultada como obriga a Lei para dar parecer sobre este "cabide gigante espetado no passeio" na placa central da Praça Luís de Camões em Lisboa? 

Um dispositivo de publicidade exactamente igual foi instalado junto à fachada lateral do Teatro Nacional D. Maria II na Praça de Dom João da Câmara também em plena zona de protecção de vários monumentos classificados.

Ambos os dispositivos foram instalados na noite de 4 para 5 de Setembro de 2014. E é provável que existam outros locais vítimas desta exploração comercial autorizada pela CML.

O que virá a seguir Sr. Vereador Sá Fernandes? Uma retrete gigante a publicitar uma marca de louças sanitárias na Praça do Município?

Thursday, January 23, 2014

PUBLI-Cidade: Rua de São Nicolau

Aqui está um "bom" exemplo de más práticas de publicidade num estabelecimento comercial em zona histórica de 1º categoria como é a Baixa Pombalina. Mas a verdade é que esta farmácia podia ser em qualquer outra zona urbana...

Monday, October 7, 2013

PUBLI-Cidade: ROSSIO

Em plena Praça D. Pedro IV, no ROSSIO. A CML já sabemos que aprovou isto de bom grado como quase sempre faz, para amealhar mais uns euros - mas será que a tutela do Património também compactuou com este espectáculo de terceiro mundo? Aguardamos resposta. Nota muito NEGATIVA também para a MEO pois revela uma grande falta de responsabilidade ao tratar asim uma zona urbana classificada com grande valor patrimonial para Lisboa e o país.

Monday, September 9, 2013

QUANDO NÃO HÁ URBANISMO COMERCIAL: Rua da Conceição

Ora aqui temos dois exemplos, lado a lado, bem paradigmáticos do que se está a passar na Baixa na área do "Urbanismo Comercial", ou melhor dizendo, da aparente TOTAL FALTA de critérios por parte da CML, Pelouro do Arq. Manuel Salgado.
 
Do lado esquerdo temos uma antiga retrosaria, com uma bela frente de loja protegida no PDM (Carta Municipal do Património) que foi tomada pelo negócio dos souvenirs do tipo tralha para turismo de massas. A frente da loja está completamente obstruída com os produtos "lixo" que lá se vendem. A CML deu licença (ou será ilegal?) e obviamente não fiscaliza ou não quer saber se uma loja com estatuto de protecção no PDM está comprometida ou não enquanto bem cultural.
 
Já do lado direito vemos um bom exemplo de antigo espaço comercial (era a retrosaria "Midões") remodelado para receber um novo projecto comercial. Para os mais saudosistas pode parecer uma metamorfose radical; mas na verdade, e face aos terríveis exemplos de total destruição que abundam em Lisboa, esta adaptação foi feita com uma certa sensibilidade e cuidado - porque ainda sobrevivem aquelas características essenciais do anterior estabelecimento, principalmente a frente da loja. A memória da história anterior ainda se consegue ler. Já no desastroso exemplo ao lado - já nada é legível, para além de um caos de cores e materiais que apenas contribuem para desqualificar e poluir a BAIXA.
 
Que grande injustiça que é, constatar que a CML tem dois pesos e duas medidas para o mesmo assunto. Porque por toda a BAIXA assistimos a estes dois movimentos contraditórios: de um lado novos empresários que investem na qualidade e mostram entender e apreciar o património, e do outro uma série do tipo avalanche, que destrói de forma inconsciente, e sem qualquer penalização, esse mesmo património.

Tuesday, January 29, 2013

PASSEIOS DE LISBOA: Calçada de S. Francisco / Largo da Academia de Belas Artes‏



ALERTA-Passeio/degraus na Calçada de S. Francisco / Largo da Academia de Belas Artes. CML e J. F. Mártires já foram alertados para esta situação que dura há anos.‏

Monday, October 29, 2012

RUA DE SÃO MAMEDE, ao Caldas



Mais evidências de uma auatrquia incapaz de fazer a manutenção da nossa cidade, desde a higiene urbana aos pavimentos dos arruamentos. Rua de São Mamede, entre o Largo do Caldas e a Rua da Saudade. Também é justo lembrar que estas imagens retratam igualmente uma preocupante falta de civismo por parte de demasiados cidadãos. Porque a manutenção de uma cidade também depende muito dos seus habitantes.

Sunday, September 30, 2012

POSTAL DA BAIXA: Rua dos Sapateiros


Resíduos depositados nos passeios da Rua dos Sapateiros neste fim de semana (sábado). Um cenário cada vez mais corrente nas artérias da Baixa. 

Tuesday, August 28, 2012

LISBOA, vista pelo Financial Times


«Analysts describe Portugal as positioned somewhere between Ireland and Greece, the two other eurozone countries to have negotiated national bailout packages, in terms of successful reform. Dublin recently succeeded in tapping capital markets with a bond issue about a year ahead of schedule. But Mr Krämer said “such a success is unlikely in the case of Portugal”.»

Foto: Lisboa, Rua Augusta. IFinancial Times, 24-8-2012

Nota: os grafittis, os contentores do lixo nos passeios, enfim, sempre os mesmos problemas na nossa cidade, bem retratados nesta imagem do jornal FT.  

Thursday, April 12, 2012

FRAUDE NA CIDADE: Rua dos Correeiros

Infelizmente cada vez mais verificamos que os critérios que a CML tem para a reabilitação da BAIXA são - um pouco como acontece no resto da cidade histórica - superficiais. ´Como se constata aqui nas obras a decorrer neste imóvel (antiga Lanalgo) o que interessa é que o aspecto exterior se pareça com um edifícoo pombalino. Os interiores podem ser como na Alta de Lisboa ou no Parque das Nações. Sabemos que no caso deste imóvel os interiores já não eram pombalinos pois já tinham sido destruídos/adulterados nos meados do séc. XX. Mas, e se ainda alimentamos a ambição de ver a Baixa-Chiado reconhecidas como Monumento Nacional (processo em curso) e seguidamente como Património da Humanidade (UNESCO), então este tipo de "reconstrução" em betão armado não deviam acontecer. Porque a Baixa Pombalina é importante e notável não tanto pelo seu desenho urbano e de fachadas normalizadas mas especialmente pelo seu sistema construtivo anti-sismíco, a conhecida Gaiola Pombalina. Na Holanda, França, Itália, Reino Unido, zonas urbanas com este valor têm outras regras - e um edifício destes teria de ser reconstruído numa tecnologia tradicional. Atenção não confundir isto com fazer pastiche, uma mentira. A Gaiola Pombalina está bem estudada, funciona, e pode ser melhorada. Ou seja, pode ser interpretada de forma contemporânea nos casos em que já desapareceu de um edifício. Não ter exigir ao proprietário deste imóvel a reconstrução estrutural em madeira é, na nossa opinião, uma grande falha do Plano de Pormenor de Salvaguarda da Baixa. Oportunidades perdidas para qualificar, autenticamente, o perfil patrimonial da Baixa Pombalina.

Monday, March 12, 2012

Abate iminente das colunas de iluminação da Praça do Comércio?

As obras voltaram à Praça do Comércio. Parece estar iminente o abate das colunas de iluminação do séc. XIX que sobrevivem na Praça do Comércio. Apesar da sua raridade e importância, a CML vai efectuar o seu abate... Já só sobrevivem apenas seis exemplares na face sul da praça (Arco) porque as restantes (placa central) foram abatidas nas últimas obras (2010). Para onde vão estas peças valiosas de mobiliário urbano? Porque não foi considerada a sua manutenção em fase de projecto? Porque é que a Carta Municipal do Património anexa ao novo PDM ignora, mais uma vez, o mobiliário urbano? A falta de respostas para estas perguntas é preocupante. Haverá da parte de quem governa uma preocupante atitude de alienação dos munícipes?

Friday, March 18, 2011

Plano de Pormenor da Baixa: Rua dos Condes de Monsanto

Os vãos de um área urbana candidata a Património Mundial da UNESCO. Haverá algum Plano de Pormenor capaz de mudar mentalidades em Portugal?

Friday, September 24, 2010

PUBLI-CIDADE: bem e mal no mesmo bairro

A propósito da insensível tela de publicidade H&M que cobre o prédio pombalino da LIVRARIA BERTRAND ao lado da Igreja dos Mártires, publicamos aqui um bom exemplo de uma tela que protege uma obra na Rua da Madalena. Lisboa até sabe como fazer bem mas escolhe demasiadas vezes fazer mal. Quem devia salvaguardar os valores patrimoniais, muitas vezes aprova o pior para Lisboa. No caso do edifício da Bertrand, por estar mesmo ao lado da Igreja dos Mártires, havia razões acrescidas para a CML não aprovar uma tela de publicidade tão ostensiva.
Nota: foto da tela do edifício Bertrand retirada do Lisboa SOS.

Wednesday, October 21, 2009

MONUMENTO NESTLÉ




O que têm em comum a Praça do Comércio, A Praça da Figueira, o Largo do Calhariz e a Estação do Cais do Sodré? Não, não é só o serem imóveis classificados pelo Estado Português. Todos têm um «Monumento Nestlé». A imagem mostra o quiosque que aterrou junto ao Padrão dos Descobrimentos na zona monumental de Belém (do outro lado existe um quiosque da "Olá", igualmente kitsch e de mau gosto). As marcas de gelados, tal como as de cerveja, estão cada vez mais agressivas nas suas campanhas de marketing e publicidade. Equipamentos muito intrusivos e ruidosos como estes quiosques exigem novas regras da parte do Pelouro do Espaço Público da CML.

Saturday, October 10, 2009

LISBOA na véspera das eleições: a opinião de Fernanda Câncio

«Como, suponho, todos os lisboetas, estou cansada de promessas.

Estou cansada de proclamações grandiosas e juras absurdas. Voto em Lisboa desde os anos 90, quando mudei o registo de eleitora para a cidade onde me fixei aos vinte.

Levo vinte e cinco de resistência ao desregramento incompreensível do trânsito e do estacionamento, à incompreensível degradação do edificado, à sujidade incompreensível das ruas, aos incompreensíveis montes de lixo junto aos contentores e aos ecopontos, ao incompreensível mau estado dos pavimentos, às incompreensíveis falhas na iluminação pública, às incompreensíveis ausências de regulação e ordenamento urbanos e arquitectónicos, à feiura incompreensível e voluntária (porque tantas vezes destruindo coisas bonitas e boas) da maioria dos estabelecimentos comerciais.

Grande parte destas coisas não são assacáveis à direcção da autarquia e suspeito que algumas das que são também terão atenuantes - do tipo "a culpa é dos serviços". Sendo que se pode e deve discutir a que ponto a culpa de os serviços serem o que são é de quem está "em cima", há uma tendência generalizada para culpar "a câmara" por tudo, tendência essa que acaba por resultar na de os candidatos à câmara fazerem pronunciamentos relativos a assuntos em que riscam pouco ou nada ou em que se arriscam a nada poder fazer. E, o que é muito mais grave, na de que todos e cada um se desresponsabilizem totalmente dos males que identificam, quando é evidente que grande parte deles se deve a todos e a cada um.
Esperar que uma entidade exterior, um "eles" qualquer, ande connosco ao colo e nos impeça de fazer aquilo que resulta por exemplo na lixarada que é esta cidade e de atulhar com automóveis tudo o que é espaço livre é o princípio de todos os nossos problemas. Haveria lixo no chão se não fosse para lá atirado? Haveria carros a mais se cada condutor não achasse ser seu direito inalienável ir de carro para todo o lado?

A cidade não é uma abstracção: somos nós. É o que fazemos dela. É até o que os discursos dela fazem. Assumir que funciona como um corpo amorfo comandado por uma só pessoa, que teria o condão de, como assevera Santana num imperdível cartaz, "acabar com o caos no trânsito", é, além de estulto, contraproducente. Como ouvir, 365 dias por ano, gente a perorar de cátedra sobre "a desertificação" e "decadência" do centro e a necessidade de "atrair" pessoas. O mesmo discurso repete-se há mais de 20 anos, como se entretanto nada tivesse mudado, como se não existisse um repovoamento do centro operado por indivíduos e não por políticas, por pessoas e não por estruturas. Como se quem fala não fizesse a menor ideia do que se passa na cidade e acreditasse numa noção imperial de desígnio - a de que só fazemos, nós, o povo, aquilo que nos instam (ou seduzem, ou obrigam) a fazer.

Das eleições de dia 11 só pode sair um presidente da câmara repetente, e isso é bom. Podemos decidir com base no que sabemos de cada um como autarca: já experimentámos o produto. Mas por mais importante que seja o resultado - e é - há uma grande parte do trabalho que é nosso. Democracia também é isso: fazermos o que nos compete, sermos cidadãos. Vem daí a palavra cidade.

(Fernanda Câncio)

"roubado" no SOS LISBOA

Foto: A pombalina Praça de São Paulo invadida por estacionamento...

Thursday, October 1, 2009

VOLUNTARIADO DE APOIO AOS SEM-ABRIGO: 2 de Outubro

VOLUNTARIADO DE APOIO AOS SEM-ABRIGO
INFONATURE.ORG - NÚCLEO DE SOLIDARIEDADE
Projectos de apoio aos sem-abrigo e pessoas carenciadas

DIA 2 DE OUTUBRO

Ponto de encontro: 20.30h no Jardim Constantino (Metro Saldanha ou Arroios)

Contactos: Marta Leandro 96 424 68 98 (é necessário confirmar presença)

O que pode levar: alimentos como frutas / bolachas / sandes / chá / etc (p.f. não cozinhe carnes de propósito para levar, somos uma organização que promove o vegetarianismo. Saiba porque em http://www.avp.org.pt/ ), roupas, calçado, livros, cobertores, entre outros objectos que achar útil para distribuir pelos sem-abrigo.

Saiba mais do que pode levar, do que se vai fazer e do projecto em si através do link http://infonature.org/site-pt/node/19

Foto: Sem-abrigo nas arcadas da Praça do Comércio (2006)