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Friday, January 29, 2016
Monday, December 28, 2015
Sunday, December 20, 2015
Sunday, November 8, 2015
Porta sim, porta não, a Baixa está entregue aos turistas
A Câmara de Lisboa não disponibiliza dados sobre a dimensão da oferta hoteleira na Baixa mas basta um passeio pelo local e uma pesquisa online para encontrar mais de 60 hotéis e alojamentos locais. É preciso repensar esta “Disneylândia de hotéis”, diz uma deputada municipal do PSD
[...]
O PÚBLICO quis saber exactamente quantos hotéis e AL existem na Baixa Pombalina e a quantas camas correspondem, quantos projectos turísticos e destinados a habitação foram aprovados nos últimos tempos. Mas nem a Câmara de Lisboa nem a Associação de Turismo de Lisboa revelam dados. Um mês depois de receber as perguntas, a autarquia respondeu apenas que “está em elaboração um levantamento exaustivo no âmbito do estudo sobre o impacte do turismo na cidade, cujas conclusões serão divulgadas oportunamente”.
Margarida Saavedra, deputada do PSD na Assembleia Municipal de Lisboa (AML), tentou saber o mesmo. Nesta terça-feira vai repetir as perguntas pela terceira vez, na reunião deste organismo. "Estou muito preocupada. Demorámos muitos anos a repovoar a Baixa. O turismo é óptimo para a cidade mas não pode alterar as condições das pessoas que vivem lá." A deputada considera que o "licenciamento selvático" de unidades hoteleiras está a transformar a Baixa Pombalina numa "Disneylândia de hotéis", onde os poucos moradores - idosos que sempre viveram ali e casais jovens com filhos que estão a apostar no centro da cidade - estão a ser "escorraçados".
Lisboa é outra Barcelona?
Em Julho, o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, afirmou que o tal estudo estaria pronto até ao final do ano. Embora tenha reconhecido que existe “um problema por concentração excessiva” de alojamentos turísticos em áreas da cidade como a Baixa-Chiado e os bairros históricos, Salgado ressalvou que a capital, com cerca de 9 milhões de dormidas por ano, ainda não está ao nível da espanhola Barcelona, onde a pressão turística levou a presidente da câmara a suspender durante um ano a concessão de licenças para a construção de hotéis.
João Seixas, professor de geografia na Universidade Nova de Lisboa, não concorda: “Os números não podem ser vistos apenas em termos de volume.” O investigador, doutorado em Geografia Urbana pela Universidade Autónoma de Barcelona, lembra que os 18 milhões de dormidas registados na capital da Catalunha têm impacto num município com 1,5 milhões de pessoas, enquanto que os 9 milhões de Lisboa vão quase todos para a Baixa, Belém, Alfama, Castelo, além de Cascais e Sintra, onde no total vivem cerca de 500 mil pessoas. “Conclusão: a pressão em Lisboa é maior do que em Barcelona, sobretudo em determinadas zonas”, afirma, sublinhando que “é preciso dizer isto mas sem alarmismos”. Até porque esta a “pressão profunda” corresponde um “impacto económico profundo”.
Artigo completo aqui:
Tuesday, September 22, 2015
«CML abdicou da sua responsabilidade planeadora e reguladora»
Bye, bye Lisboa!
A Câmara de Lisboa abdicou da sua responsabilidade planeadora e reguladora, abrindo a caixa de pandora.
Em 1990 Barcelona com 1,5 milhões de habitantes atraiu 1,7 milhões de Turistas. Em 2014 Barcelona recebeu 7,5 milhões de Turistas. Rendimento anual através do Turismo atingiu os 12 mil milhões de euros.
Nas Ramblas, em cada 10 transeuntes, 9 são turistas. 1991: 23,7191991 dormidas; 2003: 37,224 dormidas; 2013: 69,128 dormidas.
Assistiu-se assim, à tranformação de toda a cidade num Parque Temático Turístico e à redução de todas as actividades a uma única, omnipresente e obsessiva Monocultura. O Turismo.
Todo e qualquer sentido do Viver e Habitar quotidiano foi dominado e reduzido à erosão permanente do visitar, do residir temporário, do permanente happening nocturno e da festa contínua.
Ao permitir este consumir de forma erosiva, predadora e esgotante, de todas as características que, precisamente, constituíram o atractivo e o motivo da vinda e, originalmente, o apelo de vísita, Barcelona cada vez mais, e paradoxalmente, foi transformada num local onde Turistas apenas encontram outros Turistas. Uma plataforma globalizada, esvaziada dos seus conteúdos, dos seus moradores e autenticidade original.
Tudo isto levou a uma crescente revolta local, com movimentos cívicos e crescentes manifestações de rua, culminando este processo com a eleição de Ada Colau para presidir o Município.
A primeira medida de Colau foi instalar uma moratória durante 1 ano, de todo o licenciamento para novos projectos turísticos, incluindo hóteis, hostels, reconversões para alojamentos temporários, etc.
Levou também à produção do já famoso Documentário “Bye Bye Barcelona”, no qual, todas estas situações e desafios são ilustrados.
Entretanto, Colau entrou em confronto directo com a airbnb e a Booking.com, exigindo destas organizações especialistas em estadias temporárias, a relação completa das moradas e registos de ofertas dos seus sites.
A todos os endereços ilegais serão impostas multas de 15.000 a 90.000 euros, oferecendo Colau como alternativa ao pagamento das multas pelos proprietários destes alojamentos, a disponibilização pelos mesmos, destas moradas durante três anos, como habitaçào social, para os residentes locais.
A recusa das organizações referidas de disponibilizar as informações exigidas, poderá levar à proibição de acesso a estes sites especializados em oferta de alojamentos temporários, em todo o território da Catalunha.
Alfama recebeu recentemente, a visita do Secretário de Estado do Turismo e do Ministro da Economia, que triunfalmente e com um distanciamento “blasé” em relação a um possível papel regulador, equilibrador, planeador, recusaram qualquer reflexão ou dúvida quanto ao crescimento avassalador da oferta e transformação de todas as residências, em alojamentos temporários, sem qualquer tipo de regulamento ou limites, dedicados ao Turismo.
Nesta irrealista e irresponsável atitude caracterizada por um “laissez faire, laisser aller” in extremis, até criticaram uma tímida e tardia preocupação, formulada por um dos grandes responsáveis por esta ausência de gestão e planeamento, Manuel Salgado.
Com efeito, Manuel Salgado ao anunciar em 2008 “A Baixa nunca será um bairro residencial” e ao propor exclusivamente um investimento na hotelaria, residências universitárias e alojamentos de curta e média permanência, entregando a dinâmica do investimento únicamente às exigências dos “mercados”, abdicou da sua responsabilidade planeadora e reguladora, abrindo a caixa de pandora.
No início do processo, antes da crise e respectiva transformação, motivada pela mesma crise, da cidade num gigantesco negócio de estadias temporárias, e acima de tudo, do exôdo maciço de toda a juventude Portuguesa, estes, naturalmente os potenciais habitantes de uma Baixa ainda vazia , ainda teria sido possível planear / estabelecer um equilíbrio.
Assim também, a possível inserção da totalidade da Baixa num regulamento de rigor Patrimonial determinado pela Unesco não convinha à liberdade de manobra de intervenção e licenciamento de Manuel Salgado, pois iria impedir a sua política de “fachadismo” e de destruição sistemática dos Interiores Pombalinos pelos “investidores”.
Agora, dramaticamente é tarde, e provavelmente de forma irreversível Manuel Salgado e os dois ilustres visitantes de Alfama vão acabar perversamente por “ter razão” na sua irresponsável atitude e ausência de visão.
Entretanto, brevemente, em frente a Alfama vai surgir o novo terminal de Cruzeiros, aumentando o “potencial” e alargando, através das respectivas intervenções e arranjos da envolvente incluindo possivelmente a desejada desactivação da estação de Santa Apolónia, a plataforma da Monocultura.
Bye Bye Lisboa!
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Monday, June 1, 2015
Casa da Sorte na Rua Garrett: Parcialmente destruída!
Apenas parecem sobreviver os azulejos do Mestre Querubim Lapa nas fachadas exteriores e alguns dos paineis no interior; tudo o resto, o mobiliário, revestimentos de tectos, chão e paredes foi arrancado e partido como se tudo fosse apenas lixo. Os vidros das grandes montras foram pintados de branco talvez para não permitir a visão do vandalismo já realizado no interior. Lisboa está assim... selvagem, bárbara. O projecto desta loja é de 1962 do Arquitecto Conceição Silva. Esta loja faz parte da Carta Municipal do Património.
Sunday, April 12, 2015
Rua da Betesga: Que cores são estas?! DGPC?! CML?!
Um pouco por toda a parte se vê prédios pintados de fresco com cores mais próprias da Disneylândia, ou outros territórios da fantasia pueril, do que bairros histópricos. É isto mais uma prova da falência & impotência do Plano de Pormenor de Salvaguaarda da Baixa Pombalina?! Que critérios se estão a usar? O da "à vontade do freguês?"
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Friday, April 10, 2015
Thursday, January 22, 2015
Programa da Conferência "Palácios Históricos de Lisboa - Memória, Ruína ou Futuro?"
Programa da Conferência Palácios Históricos de Lisboa - Memória, Ruína ou Futuro? - Sala do Arquivo dos Paços do Concelho - Dia 24 Janeiro 2015 - 10 horas. Entrada Livre.
Tuesday, January 20, 2015
Tuesday, June 24, 2014
A REVOLUÇÃO ESTÁ NO LIXO...?
Aspecto dos paineis da exposição de iniciativa municipal «A REVOLUÇÃO ESTÁ NA RUA» no Largo do Chiado e na Rua Garrett. No dia seguinte à inauguração muitos dos paíneis foram logo vandalizados, derrubados e assim ficaram... Há vários dias que servem de lixeira conforme se vê pelas imagens. Lisboa, cada vez mais vandalizada, abusada, imunda?
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Friday, May 30, 2014
Friday, May 23, 2014
PUBLI-Cidade: Praça de Luís de Camões
Mais uma mega tela de publicidade no edifício sito na Praça de Luís de Camões, 41 a 43 tornejando para a Rua das Gáveas 2 a 6. Será que recebeu parecer positivo da DGPC? Este imóvel tem sido usado abusivamente como suporte de publicidade nos últimos 5 anos sem que tenha ocorrido qualquer obra de reabilitação (no ano de 2012 esteve lá a "Sumol" em Junho e a "Adidas" em Outubro). Esta última tela, de uma marca de cerveja, foi instalada na noite de 29 para 30 de Abril de 2014. O imóvel faz parte da área classificada do Bairro Alto e da Baixa Pombalina (CIP). Nota muito negativa para a CML.
Wednesday, April 16, 2014
Monday, October 7, 2013
PUBLI-Cidade: ROSSIO
Em plena Praça D. Pedro IV, no ROSSIO. A CML já sabemos que aprovou isto de bom grado como quase sempre faz, para amealhar mais uns euros - mas será que a tutela do Património também compactuou com este espectáculo de terceiro mundo? Aguardamos resposta. Nota muito NEGATIVA também para a MEO pois revela uma grande falta de responsabilidade ao tratar asim uma zona urbana classificada com grande valor patrimonial para Lisboa e o país.
Monday, April 15, 2013
PRAÇA DA FIGUEIRA: perigo & inércia
Há vários anos que a iluminação encastrada no pavimento da placa central na Praça da Figueira se encontra neste lamentável estado. A CML sabe do problema. Então porque nada fez até hoje para, pelo menos, mitigar este problema que põe em risco a segurança de pessoas (para nãofalar jo mau aspecto que oferece ao centro histórico)? A que se deve tanta inércia?
Friday, February 1, 2013
Tuesday, January 29, 2013
PASSEIOS DE LISBOA: Calçada de S. Francisco / Largo da Academia de Belas Artes
ALERTA-Passeio/degraus na Calçada de S. Francisco / Largo da Academia de Belas Artes. CML e J. F. Mártires já foram alertados para esta situação que dura há anos.
Sunday, November 25, 2012
POSTAL DA BAIXA: Rua de São Julião
É esta Lisboa que queremos? Tudo so contrário? Os peões nas faixas de rodagem e as viaturas automóveis nos passeios?!
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Monday, October 29, 2012
5 meses de PUBLI-CIDADE, na Praça de Camões!
Outubro 2012
Junho 2012
A CML aprovou? A tutela da Cultura deu parecer positivo? Há 5 meses que este edifício está com esta mega tela de publicidade descarada com forte impacto visual numa zona histórica classificada. Durante estes 5 meses não houve qualquer obra no imóvel. Uma cidade sem Lei?
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