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Saturday, April 2, 2016

POSTAL DA BAIXA: Rua dos Condes de Monsanto




















Os grandes dispositivos de publicidade luminosos, ilegais, que se observam nesta imagem foram, finalmente, retirados no mês passado.

Monday, March 14, 2016

Há uma nova «Fábrica de Mentiras» em Lisboa








Há uma nova fábrica de mentiras em Lisboa para o turista engolir!

Desta vez a fabricação recebeu o nome de FÁBRICA DA NATA e está em plena Praça dos Restauradores!

Tudo parece indicar que se trata de mais um projecto dos mesmos artistas de Circo dos "pastéis de bacalhau com queijo" na Baixa - ou serão outros artistas que estão a competir com o "Circo & Carnaval" da Rua Augusta?

O cenário criado é mais uma vez do tipo "luxo barato & antiguidade inventada".

No tecto, à maneira decorativa e para entreter turista, estão sempre a circular tabuleiros metálicos iguais aos que vão ao forno com pastéis de nata...

O chão é de mosaicos hidráulicos falsos e os balcões e outros elementos numa infeliz imitação do cobre! E ainda há oliveiras de plástico a decorar!

Mas logo na entrada está um cozinheiro a representar empenhadamente o seu papel do "faz de conta" que os pasteis de nata são feitos em panela antiga de cobre, à mão e um a um... Cada vez mais a Baixa se consagra como uma verdadeira, tourist trap. Lisboa já não tem vergonha? Ninguém se indigna com todas estas mentiras que a nossa cidade vomita diariamente?

Friday, March 4, 2016

Hotel na Rua 1º de Dezembro com reclamo ilegal desde 5 de Março de 2015


No dia 5 de Março de 2015 foi instalado este reclame luminoso de grandes dimensões de um novo Hotel na Rua 1º de Dezembro 84 a 100 (com frente também para a Praça D. Pedro IV 54 a 61); a 30 de Abril de 2015 fomos informados oficialmente pela DGPC que o referido dispositivo de publicidade era de natureza ilegal pois não recebeu o parecer obrigatório e vinculativo da tutela da Cultura e que por esse motivo foi solicitado à CML explicações sobre o seu licenciamento.

Passado exactamente 1 ano, continua instalado na fachada o referido dispositivo de publicidade, que foi fotografado no dia da sua instalação a 5 de Março de 2015 (teve direito a escolta da Polícia Municipal!), conforme imagens que enviámos à DGPC nessa data exacta.

Porque ficam nos locais estes dispositivos ilegais durante anos apesar das denúncias e da confirmação da sua ilegalidade e evidente impacto negativo nos bens culturais classificados? Vai ser necessário que o jornalista ANtónio Cerejo traga mais este caso para a praça pública para que a CML e DGPC façam cumprir a Lei do Património?

É pois com grande preocupação que assistimos à proliferação de dispositivos de publicidade instalados de forma descuidada, sobre vãos, guardas de varandas, etc. um pouco por toda a Baixa Pombalina e com o aparente desinteresse da CML.

Wednesday, May 6, 2015

TURISMO: RUA AUGUSTA SIEGE



























Este fim de semana passado também foi um "preview" do dilúvio do turismo massificado que Lisboa parece atrair tão fácilmente. Turismo Sustentável? Turismo de Qualidade? Capacidade de Carga de um Bairro Histórico & Monumento Nacional? Ainda não fazem parte do vocabulário de muitos dos nossos governantes e políticos. Quando a Baixa ficar reduzida a uma enorme ratoeira para Turismo de baixa qualidade, e as perdas começarem a ser óbvias e negativas para o perfil da cidade no seu todo, aí sim, talvez apareçam políticos oportunistas que se vão apresentar como messias e salvadores do "património, da tradição e da alma da baixa". Mas para já, venha mais 1 milhão de turistas para encher os novos hotéis e depois logo se vê os efeitos que tem na cidade histórica.

Sunday, April 12, 2015

Rua da Betesga: Que cores são estas?! DGPC?! CML?!


Um pouco por toda a parte se vê prédios pintados de fresco com cores mais próprias da Disneylândia, ou outros territórios da fantasia pueril, do que bairros histópricos. É isto mais uma prova da falência & impotência do Plano de Pormenor de Salvaguaarda da Baixa Pombalina?! Que critérios se estão a usar? O da "à vontade do freguês?"

Thursday, January 23, 2014

PUBLI-Cidade: Rua de São Nicolau

Aqui está um "bom" exemplo de más práticas de publicidade num estabelecimento comercial em zona histórica de 1º categoria como é a Baixa Pombalina. Mas a verdade é que esta farmácia podia ser em qualquer outra zona urbana...

Monday, October 7, 2013

PUBLI-Cidade: ROSSIO

Em plena Praça D. Pedro IV, no ROSSIO. A CML já sabemos que aprovou isto de bom grado como quase sempre faz, para amealhar mais uns euros - mas será que a tutela do Património também compactuou com este espectáculo de terceiro mundo? Aguardamos resposta. Nota muito NEGATIVA também para a MEO pois revela uma grande falta de responsabilidade ao tratar asim uma zona urbana classificada com grande valor patrimonial para Lisboa e o país.

Monday, September 9, 2013

QUANDO NÃO HÁ URBANISMO COMERCIAL: Rua da Conceição

Ora aqui temos dois exemplos, lado a lado, bem paradigmáticos do que se está a passar na Baixa na área do "Urbanismo Comercial", ou melhor dizendo, da aparente TOTAL FALTA de critérios por parte da CML, Pelouro do Arq. Manuel Salgado.
 
Do lado esquerdo temos uma antiga retrosaria, com uma bela frente de loja protegida no PDM (Carta Municipal do Património) que foi tomada pelo negócio dos souvenirs do tipo tralha para turismo de massas. A frente da loja está completamente obstruída com os produtos "lixo" que lá se vendem. A CML deu licença (ou será ilegal?) e obviamente não fiscaliza ou não quer saber se uma loja com estatuto de protecção no PDM está comprometida ou não enquanto bem cultural.
 
Já do lado direito vemos um bom exemplo de antigo espaço comercial (era a retrosaria "Midões") remodelado para receber um novo projecto comercial. Para os mais saudosistas pode parecer uma metamorfose radical; mas na verdade, e face aos terríveis exemplos de total destruição que abundam em Lisboa, esta adaptação foi feita com uma certa sensibilidade e cuidado - porque ainda sobrevivem aquelas características essenciais do anterior estabelecimento, principalmente a frente da loja. A memória da história anterior ainda se consegue ler. Já no desastroso exemplo ao lado - já nada é legível, para além de um caos de cores e materiais que apenas contribuem para desqualificar e poluir a BAIXA.
 
Que grande injustiça que é, constatar que a CML tem dois pesos e duas medidas para o mesmo assunto. Porque por toda a BAIXA assistimos a estes dois movimentos contraditórios: de um lado novos empresários que investem na qualidade e mostram entender e apreciar o património, e do outro uma série do tipo avalanche, que destrói de forma inconsciente, e sem qualquer penalização, esse mesmo património.

Sunday, May 6, 2012

Barracão de "Natal" na Praça da Figueira foi finalmente retirado!



Durante quase 6 meses tivemos de tolerar este barracão desqualificado a ocupar metade da placa central da Praça da Figueira! Apareceu em Novembro de 2011 e só ontem foi finalmente desmontado. É assim com este tipo de estruturas e ocupação do espaço público que a CML pretende ajudar a tirar a Baixa pombalina da mediocridade em que se encontra? Que critérios tem a CML para a Baixa? O "temporário" não merece critérios de qualidade, particularmente quando se trata de uma zona urbana clasificada como de interesse nacional?

Thursday, April 12, 2012

FRAUDE NA CIDADE: Rua dos Correeiros

Infelizmente cada vez mais verificamos que os critérios que a CML tem para a reabilitação da BAIXA são - um pouco como acontece no resto da cidade histórica - superficiais. ´Como se constata aqui nas obras a decorrer neste imóvel (antiga Lanalgo) o que interessa é que o aspecto exterior se pareça com um edifícoo pombalino. Os interiores podem ser como na Alta de Lisboa ou no Parque das Nações. Sabemos que no caso deste imóvel os interiores já não eram pombalinos pois já tinham sido destruídos/adulterados nos meados do séc. XX. Mas, e se ainda alimentamos a ambição de ver a Baixa-Chiado reconhecidas como Monumento Nacional (processo em curso) e seguidamente como Património da Humanidade (UNESCO), então este tipo de "reconstrução" em betão armado não deviam acontecer. Porque a Baixa Pombalina é importante e notável não tanto pelo seu desenho urbano e de fachadas normalizadas mas especialmente pelo seu sistema construtivo anti-sismíco, a conhecida Gaiola Pombalina. Na Holanda, França, Itália, Reino Unido, zonas urbanas com este valor têm outras regras - e um edifício destes teria de ser reconstruído numa tecnologia tradicional. Atenção não confundir isto com fazer pastiche, uma mentira. A Gaiola Pombalina está bem estudada, funciona, e pode ser melhorada. Ou seja, pode ser interpretada de forma contemporânea nos casos em que já desapareceu de um edifício. Não ter exigir ao proprietário deste imóvel a reconstrução estrutural em madeira é, na nossa opinião, uma grande falha do Plano de Pormenor de Salvaguarda da Baixa. Oportunidades perdidas para qualificar, autenticamente, o perfil patrimonial da Baixa Pombalina.

Friday, March 18, 2011

Plano de Pormenor da Baixa: Rua dos Condes de Monsanto

Os vãos de um área urbana candidata a Património Mundial da UNESCO. Haverá algum Plano de Pormenor capaz de mudar mentalidades em Portugal?

Monday, March 7, 2011

CRITÉRIOS da BAIXA: Praça da Figueira

O Núcleo de Fiscalização da CML demora a actuar na zona da Baixa. Os dispositivos ilegais de publicidade na Praça da Figueira são quase crónicos. A pergunta que fazemos: porque razão a CML tolera este caos de dispositivos de publicidade ilegal durante tantos meses e até anos? A Baixa, a Praça da Figueira, não são propriamente zonas escondidas e de difícil acesso.

Monday, January 18, 2010

CRITÉRIOS da BAIXA: Rua dos Bacalhoeiros, uma rua pedonal de Lisboa


Estas duas imagens ilustram bem o fracasso total da "pedonalização" da Rua dos Bacalhoeiros na Baixa. Para além dos passeios serem ridiculamente estreitos, ninguém parece reconhecer a existência de peões quanto mais uma rua pedonal! Desde que Carmona Rodrigues a "pedonalizou" (mandou pintar uns quadrados brancos nas faixas de rodagem...) aumentou o estacionamento em 2º fila e nos passeios. Esta rua, se fosse pedonal, traria benefícios tanto para os moradores (ganhavam um espaço público de convívio) como para os restaurantes e restante comércio tradicional. Para quando a pedonalização efectiva? O outro arruamento, cuja pedonalização, contemporânea deste, também é motivo de gargalhada: a Rua das Portas de Santo Antão, nomeadamente o sector entre a Rua do Condes e o Largo da Anunciada - está transformado em estacionamento privativo dos clientes de um restaurante bem conhecido...

Thursday, January 7, 2010

CRITÉRIOS da BAIXA: Rua da Prata

Super decorada esta fachada pombalina! Caixas de ar-condicionado, reboco podre em destacamento, estores de plástico, janelas com caixilharias de alumínio, janelas com caixilharias de madeira podre, fios e cabos eléctricos, dispositivos de publicidade sobre dimensionados e ilegais. Falta alguma coisa neste imóvel e arruamento classificado pelo Estado Português como de interesse nacional?

Saturday, December 5, 2009

RUA GARRETT, 25 a 35 / RUA IVENS, 63 a 75: Reabilitação?

RUA GARRETT, 25 a 35 / RUA IVENS, 63 a 75

Exemplo paradigmático da falta de critérios rigorosos para o centro histórico de Lisboa, neste caso concreto uma área urbana com pretensões a classificação pela UNESCO. A publicidade a promover este projecto anuncia com pompa «7 apartamentos de luxo com estacionamento». Mas uma análise dos números revela uma realidade bem diferente. Estamos perante cerca de 14 lugares de estacionamento para 7 apartamentos. Ou seja, um slogan mais verdadeiro seria: «14 estacionamentos com 7 apartamentos». É esta proporção de espaço que Lisboa dedica às pessoas versus carros. Em cada vez mais casos constatamos que os imóveis terão tanto espaço para estacionamento como para habitação! Comparar o número de pisos para estacionamento com o número de pisos para habitação numa obra dita de "reabilitação urbana" desmacara imediatamente a construção nova disfarçada (mal) de reabilitação. São apenas fachadas que estão a ser reabilitadas - atrás delas, surgem construções novas com banais estruturas de betão armado como se vê na imagem (umas vezes com mais qualidade, outras nem por isso). É assim que queremos repovoar a cidade? É isto reabilitação e sustentabilidade à moda lusitana? São estes os critérios para a Baixa e o Chiado?

Sunday, November 29, 2009