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Thursday, January 22, 2015

Programa da Conferência "Palácios Históricos de Lisboa - Memória, Ruína ou Futuro?"

















Programa da Conferência Palácios Históricos de Lisboa - Memória, Ruína ou Futuro? - Sala do Arquivo dos Paços do Concelho - Dia 24 Janeiro 2015 - 10 horas. Entrada Livre.

Monday, April 15, 2013

PRAÇA DA FIGUEIRA: perigo & inércia





Há vários anos que a iluminação encastrada no pavimento da placa central na Praça da Figueira se encontra neste lamentável estado. A CML sabe do problema. Então porque nada fez até hoje para, pelo menos, mitigar este problema que põe em risco a segurança de pessoas (para nãofalar jo mau aspecto que oferece ao centro histórico)? A que se deve tanta inércia?

Tuesday, January 29, 2013

PASSEIOS DE LISBOA: Calçada de S. Francisco / Largo da Academia de Belas Artes‏



ALERTA-Passeio/degraus na Calçada de S. Francisco / Largo da Academia de Belas Artes. CML e J. F. Mártires já foram alertados para esta situação que dura há anos.‏

Friday, August 31, 2012

Postais da Baixa: Praça da Figueira


Ano após ano, hoje uma consoante, amanhã uma vogal, letra a letra, vai caindo o dispositivo de publicidade da decrépita Pensão Coimbra Madrid na Praça da Figueira. Porque é que a CML não retira de uma vez por todas este, e tantos outros reclamos em semelhantes condições por toda a Baixa e zona da Almirante Reis? O FCLX já calertou por diversas vezes para este caso concreto - um canal de TV filmou isto! Estará à espera que alguém perca a vida? Esta praça é o retrato fiel e perfeito de Lisboa.

Saturday, August 18, 2012

O Estado da nossa Cultura: MUSEU DE SETÚBAL









Num anexo da Igreja do antigo Convento de Jesus (MN) funciona há vários anos a famosa Galeria de Pintura Quinhentista. O que estas imagens mostram só pode criar indignação e profunda tristeza.
 
A vergonhosa situação em que se encontra o edifício do Convento de Jesus é um autêntico murro no estomâgo de qualquer cidadão consciente do enorme valor nacional das colecções deste museu. Mas a demora do projecto de reabilitação/reconversão do convento em passar do papel para a realidade é, infelizmente, apenas mais um caso entre muitos pelo país fora  (outro exemplo vergonhoso é o do Museu de Beja).
 
A simples aproximação, entrada e visita da temporária (já quase permanente!) exposição na Galeria de Pintura Quinhentista constitui uma experiência sem qualquer dignidade, uma verdadeira vergonha nacional. Entramos por uma porta do tipo "oficina de reparação de automóveis" para dentro de um pátio repleto de sinais de degradação e obras abandonadas. Uma placa metálica do tipo das que vemos nas "auto-estradas" manda-nos subir por umas escadas ingremes que nos levam até uma bruta porta de grades. Nada nos sugere que estamos a entrar num museu que contém alguns tesouros nacionais de Portugal (e como será se um cidadão de mobilidade reduzida desejar visitar a Galeria?).
 
É necessário adquirir bilhete de ingresso para este Museu.  
 
Tão importante museu/colecção da cidade de Setúbal (e de Portugal!) merece, com certeza, um esforço maior de todos para que as coisas mudem. Esperamos que para breve se resolva de uma vez por todas a situação grave em que se encontra há demasiado tempo o Museu de Setúbal.

Monday, September 5, 2011

A Casa da Direcção Municipal de Cultura

Era aqui, neste palacete na Rua das Portas de Santo Antão, que esteve instalado até ao mês passado a Direcção Municipal de Cultura de Lisboa. Reparar na diferença entre a fachada virada para a rua e a de tardoz. Viva o Património! Viva a Cultura!

Thursday, August 18, 2011

POSTAL DE LISBOA: «Cap Baptista»

O estado de abandono e degradação de muitas placas toponímicas da capital é o retrato fiel e perfeito de Lisboa: Rua Capitão Renato Baptista.

Tuesday, April 12, 2011

PORTUGAL BRAND = TERCEIRO MUNDO ?


Estela Barbot: Portugal está a ser “visto como país do Terceiro Mundo”

A economista Estela Barbot, que é conselheira do Fundo Monetário Internacional (FMI), está preocupada com a imagem externa do país, que diz estar a ser associado ao “terceiro mundo”. “O ponto a que chegámos está a afectar a imagem do país, das empresas e a credibilidade do país cá fora. Portugal está a ser visto como um país de terceiro mundo. Como portuguesa, estou preocupada”, diz Estela Barbot, citada pelo site da Agência Financeira.Estela Barbot, a única portuguesa conselheira do FMI, responsabiliza José Sócrates pela situação do país, pois “gastámos o que não tínhamos e vamos pagar esse preço”. Considera também que o pedido de resgate era a única “solução”, o que terá como consequência que o país ficará estagnado ou em recessão por “muito tempo”. in PÚBLICO


Fotos: Lisboa degradada, desqualificada, desorganizada - Picheleira, Freguesia do Beato. Muitas zonas da BAIXA estão em semelhante condição como sabemos. Já tinhamos uma capital repleta de cenários de Terceiro Mundo, agora o país todo está ser certificado como de Terceiro Mundo - graças, em boa medida, à classe política incompetente que tem ocupado o poder nas últimas décadas.

Thursday, January 6, 2011

POSTAIS DA BAIXA: Natal na Rua da Prata

Há qualquer coisa de muito absurdo quando no final de cada ano a CML pendura decorações de Natal nos arruamentos decadentes da Baixa. A degradação dos edifícios pombalinos, com a pele das suas fachadas cobertas de podridão e poluição, não consegue responder aos sinais festivos que a autarquia atira para o ar. É uma cidade a preto e branco - sendo que o preto tem origem no trânsito automóvel.

Sunday, November 21, 2010

Diga «LISBOA»: Calçada do Marquês de Abrantes

A arquitectura Pombalina não se resume à Baixa e ao Chiado. E a degradação que caracteriza a Baixa também não é um exclusivo da Baixa.

Monday, November 15, 2010

S. Paulo pombalina: decadente, suja, esquecida, arruinada

A área da freguesia de S. Paulo é, em termos urbanos, das mais interessantes de Lisboa. Pela proximidade do rio, do Cais do Sodré, da estação de comboios, pelos dramáticos viadutos pombalinos da Rua do Alecrim e por todo o desenho urbano pombalino ainda bastante intacto. Mas apesar destes ingredientes, em teoria mais do que suficientes para a existência de um extraordinário bairro histórico europeu, o bairro está mais morto que vivo. Porque está quase tudo degradado, em ruínas decadentes e sujas. É um cenário de doença, aflitivo e deprimente. É a capital Lisboa no seu pior. Porque razão a República Portuguesa se mostra insensível, e tão incapaz, de curar, dar vida, numa palavra, HABITAR este notável bairro da capital?

Toda esta zona ribeirinha de Lisboa foi profundamente atingida pelo terramoto de 1755, tendo sido totalmente refeito o seu traçado urbano sob desenhos da Casa do Risco, criando-se uma praça rectangular com chafariz/obelisco central - a Praça de São Paulo. Na cabeceira poente da praça ergueu-se a paroquial, obra dirigida por Remígio Francisco de Abreu, assistente de Eugénio dos Santos. Atrás da praça, junto ao rio, criou-se em 1771 o novo mercado de S. Paulo, também chamado da Ribeira Nova.

A família do Marquês de Pombal possuía algumas propriedades nesta zona, tendo reconstruído os seus prédios, como aquele que fecha a praça a nascente, iniciativa do irmão de Pombal, Paulo de Carvalho e Mendonça. Deste facto resultou a designação toponímica da Rua Nova do Carvalho. Nesta zona há a destacar o grande quarteirão conhecido como Prédio dos Remolares erguido pelo Morgado de Oliveira, futuro Conde Rio Maior, genro do Marquês de Pombal.

Fotos: Travessa do Carvalho, Rua do Alecrim, Largo dos Stephens, Largo do Corpo Santo