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Monday, February 15, 2016

LARGO DO CARMO: Largo das Esplanadas?



Se no passado recente tinhamos que protestar, e lutar, pelo uso abusivo dos largos e praças da cidade como parques de estacionamento, agora o "novo carro" da cidade parecem ser as esplanadas! No futuro, e para nos sentarmos num largo - espaço público - vai ser obrigatório pagar um café ou bebida? É o que parece neste Largo do Carmo assim como no vizinho Largo Rafael Bordalo Pinheiro que se livrou de todo o estacionamento apenas para ser imediatamente invadido de esplanadas numa forma questionável de apropriação do espaço público por privados (cafés, restaurantes). Em Barcelona já há movimentos de moradores a protestar por esta "venda" do espaço das suas ruas aos estabelecimentos da restauração, tudo em nome desse negócio-devorador das cidades de hoje: TURISMO.

Friday, June 12, 2015

ESPLANADAS: os "novos carros" do espaço público?


O Largo Rafael Bordalo Pinheiro ficou pouco tempo "bonito, simples e sem carros" O vazio é cada vez menos valorizado em Lisboa; Ontem já estavam a montar estruturas metálicas fixas para esplanadas; em breve este largo vai ficar com a mesma patologia do vizinho Largo do Carmo: sem 1cm livre para o cidadão comum, máxima ocupação abusiva pelas esplandas de cafés, restaurantes, quiosques, etc.

As esplanadas são os "novos carros do espaço público": estão a aparecer em todo o lado, em cima dos passeios, nos jardins, nas faixas de rodagem! Em Barcelona já há movimentos de moradores que se organizam contra esta ocupação sistematica do espaço livre dos bairros pelas esplanadas... mas nós aqui continuamos a assistir, passivamente, a todo este fenómeno da progressiva privatização do espaço publico. Não teremos direito a espaços de silêncio e de vazio?

Thursday, August 29, 2013

ESPLANADAS DE LISBOA: República das Bananas?


Esplanada do Quiosque "Banana Café". Um exemplo de República das Bananas?  Não lhe parece que esta esplanada é abusiva Sr. Vereador Sá Fernandes?

Monday, September 24, 2012

LISBOA: as esplanadas mais feias da Europa?

Largo do Conde Barão, em plena Zona Especial de Protecção de um Monumento Nacional e de um IIP. Lisboa tem o privilégio de ter criado um modelo único de cadeira de esplanada - a famosa cadeira Gonçalo - mas por todo olado, em zonas históricas, vemos cadeiras como estas. É uma vergonha.

Friday, August 3, 2012

O exemplo de Zurique: esplanadas




Por todo o centro histórico (e não só) se vêm esplanadas com estas qualidades: disciplina, ordem, bom gosto, conforto, limpeza. Espaço público civilizado! No centro historico de Atenas fomos encontrar os mesmos padrões de qualidade que dependem não tanto dos administradores das cidades mas talvez ainda mais dos proprietários dos estabelecimentos. Em Lisboa não parece haver grande brio, orgulho em oferecer esplanadas de qualidade - ainda domina a mediocridade e a falta de interesse da CML em elevar a qualidade.

Friday, August 5, 2011

The good, the bad and the ugly of cut-price tourism

The good, the bad and the ugly of cut-price tourism
As high summer approaches, it’s easy to resent the summer tourist hordes on your turf, but for many in Portugal, the increasing number of visitors is a welcome sign that their country is still open for business.According to Paulo Rita, MA director at the ISCTE Business School Lisbon, incoming tourist receipts went up 8.7 per cent between January and April compared with the same period last year. Last year, the number of foreign tourists had already risen by 6 per cent, recovering most of 2009′s 8 per cent fall, while hotel revenues increased 3 per cent. British, German, Spanish and French holidaymakers accounted for nearly two-thirds of all international tourists – significantly, at a time when the number of people travelling from those countries decreased.
Allan Katz, the US ambassador to Portugal, says the country should be targeting the American market, as it has everything it is looking for (“old things, good food, good wine”).Europe’s other troubled members, Greece and Ireland, are seeing a similar boost in visitors, given the weak euro (a draw for visitors from the US), VAT rate slashes for tourists in both nations (down from 13.5 per cent to 9 per cent in Ireland), and price reductions on tourist attractions and hotel rooms.
“It is understandable that when facing macroeconomic difficulties, firms try to entice consumers with severe price reductions due to more fierce competition,” Rita says.
This popularity has its downsides, however. TAP, Portugal’s flag carrier, has lost billions in the last four years thanks in no small part to the rise in budget airlines, namely easyJet, which has settled in at Lisbon’s Portela airport. Ryanair, which has bases in Porto and Faro, has also made public its interest in having a third base in Lisbon. TAP has lost many passengers on routes to London and Paris because of, it believes, aggressive marketing techniques and skewed perception; the airline is not that much more expensive than low-cost providers.
“If we go too far down the cut-price holiday path, margins will become too narrow because of substantial price cuts,” warns Rita. “If companies are cutting costs significantly, this will undoubtedly affect service quality.”
Luís Faria, co-founder of think-tank Contraditório, points out that the last few decades has seen a number of different sectors successively elected as the catchall solution to economic problems, without much success – tourism being the evergreen “holy grail”.
“The role of government should be to remain sector-neutral and to unleash entrepreneurial energies across the board,” he says. “In tourism, like in any other sector, new practices should emerge by ongoing experimentation. Instead of showing what the ‘right way’ is, Portuguese people should be given the opportunity to fish when the fish are there – not just when the weather is good.” Monocle, July 28, 2011, Writer: Syma Tariq
Fotos: low-end em Lisboa. Alojamento no Rossio e esplanada em Alfama. A qualidade que ainda falta ao Turismo na capital.

Wednesday, June 1, 2011

Esplanadas no T. Paço, chacun "s'arrange"?




Enquanto do lado nascente o promotor (alguém sabe quem é e ao que vem?) monta um estaminé à maneira, com as proporções e as estruturas que bem entende... Imagino que seja o mesmo promotor a explorar futuramente todo o espaço do antigo refeitório do Ministério das Finanças.



Do lado poente há 3 esplanadas de dimensões à vontade do freguês, não se entendendo o porquê de tal coisa, sobretudo depois de nos dizerem que as esplanadas na Baixa iriam ser isto e aqueloutro... talvez a Baixa da CML seja diferente da da Frente Tejo. Porque não respeitam o enfiamento do prédio da esquina do TPaço com a Rua do Ouro, alinhando as três esplanadas pela de dimensão média, por exemplo?




Fotos: VB

Saturday, April 16, 2011

Esplanadas Lusitanas: um mau exemplo no Chiado

E é este o triste paradigma das esplanadas de Lisboa - esta é no Chiado (Calçada do Sacramenteo) mas podia ser em qualquer outro arruamento da capital. É nesta cidade que quer viver? É assim nestas "salas de visita" que desejamos receber os turistas? É este o nosso conceito de conforto e beleza? É aqui que quer almoiçar ou beber um café? E quer ser um agente publicitário passivo? Basta destes cenários desqualificados! Todos merecemos um espaço público com qualidade!

Thursday, March 3, 2011

Café e gelados na esplanada que é um oásis no Terreiro do Paço


In Público (3/3/2011)

«A oferta não é inédita, mas serve muito bem para um pequeno-almoço, um café a meio da manhã, um snack para a convencionada hora de almoço, ou para um gelado ou refrigerante nos momentos de relax a partir do fim da tarde. Abriu na sexta-feira, fica no Terreiro do Paço, a céu descoberto, ao lado das arcadas. Ainda que seja apenas uma esplanada, limpa de referências publicitárias, é a primeira a abrir após a renovação da monumental praça de Lisboa, de tal forma que é um oásis na praça. E é garantido que passará a figurar nas fotos de férias. A geladaria que a serve, a Paço d"Água, está instalada no Pátio da Galé, a que se acede pelos arcadas do Terreiro do Paço. Das 9h00 às 20h30 - no Verão até às 23h00 -, a oferta é bastante variada. O serviço é atencioso e os funcionários têm o cuidado de deslocar mesas e cadeiras seguindo o horário solar. O café custa um euro. Carlos Filipe»

Saturday, September 4, 2010

LARGO DO CARMO: esplanadas caóticas

Três esplanadas na placa central do Largo do Carmo. A maior parte do mobiliário publicita marcas de bebidas, entrando em conflito com o ambiente urbano histórico (classificado IIP, ruínas do Carmo e Chafariz classificadas MN). Segundo a contagem das peças de mobiliário de esplanada, efectuada por moradores, existem no largo: Frente ao nº 17; 50 cadeiras e 25 mesas Frente ao nº 20; 31 cadeiras e 24 mesas; Junto ao quiosque: 48 cadeiras e 16 mesas. Concluíndo, a placa central está ocupada com cerca de 130 cadeiras e 65 mesas, um número evidentemente excessivo. A CML licenciou todo este mobiliário? E mobiliário publicitando marcas de refrigerantes? Sabemos que não.

Nos dias de bom tempo, todo este mobiliário é espalhado pela placa central, restando pouco espaço para os cidadãos circularem e gozarem em liberdade este espaço público.

Frequentemente as mesas são encostadas aos próprios bancos de jardim. Quando as condições climatéricas não são favoráveis, o mobiliário é resumidamente empilhado e acorrentado a cadeado aos troncos dos jacarandás.

É necessário fiscalização periódica, e regulamentar ocom urgência o design do mobiliário de modo a garantir que é adequado ao ambiente urbano histórico. Lamentável esta exploração abusiva de um espaço público emblemático da nossa cidade.

Friday, August 20, 2010

Esplanadas fora da lei triplicam número de mesas


In Diário de Notícias (20/8/2010)
por DANIEL LAM

«Mesas e cadeiras invadem cada vez mais a Baixa. Câmara vai lançar regras mais claras

Grande parte das esplanadas da Baixa lisboeta infringe a lei, colocando o triplo do número de mesas autorizado pela Câmara de Lisboa. Quem cumpre as normas queixa-se de concorrência desleal, pois os infractores só pagam à autarquia a taxa anual de um terço do espaço que ocupam. Os peões sentem-se incomodados sem espaço no passeio para andar, enquanto o autarca da freguesia de S. Nicolau alerta que as viaturas dos bombeiros não podem passar e a segurança da Baixa fica em risco. O vereador José Sá Fernandes garante ao DN que "um novo regulamento vai fazer isto entrar tudo nos eixos, já em 2011".

António Manuel, presidente da Junta de Freguesia de S. Nicolau, salienta que "o mais problemático é na Rua dos Correeiros, porque é estreita. Por vezes, põem as mesas a ocupar a rua desde um lado ao outro. As pessoas têm de andar aos 'esses' para passar entre as mesas. E os veículos de socorro dos bombeiros não conseguem passar".

Na sua opinião, "deve haver tolerância zero e fiscalização máxima em relação às esplanadas na Baixa, porque o que está em causa é a segurança da Baixa e de todos".

"Estamos a favor do licenciamento de todas as esplanadas, porque trazem turismo e negócio, desde que cumpram os regulamentos e não interfiram na mobilidade das pessoas e dos veículos prioritários", sublinha o autarca.

Segundo a lei, o empresário paga uma taxa anual à câmara, que determina a área e o número de mesas, cadeiras e chapéus-de--sol que a esplanada pode ter.

Na Rua Augusta, o DN detectou várias esplanadas que só têm licença para doze mesas, mas tinham praticamente o triplo.

Na Rua dos Correeiros, pelas 16.00, quase todas as esplanadas cumpriam as normas, mantendo um corredor de passagem livre no meio. Mais à frente percebeu-se o motivo de tanta legalidade. Tinha acabado de passar ali um veículo da PM, no sentido da Praça do Comércio em direcção ao Rossio.

Mas interrompeu o seu trajecto antes de chegar ao último quarteirão de ligação ao Rossio, onde as mesas das esplanadas se mantinham a ocupar a rua desde um lado ao outro sem formar um canal livre de passagem no meio.

Um restaurante indiano na Rua dos Correeiros só tem licença para três mesas na rua, mas tinha 13.

Na mesma rua, a Marisqueira Popular, com autorização para uma esplanada de quatro mesas, estava com 14, todas ocupadas com clientes. Júlio Alves, responsável do estabelecimento, admitiu ao DN a infracção, explicando que "não há outra hipótese. Se eu pusesse só quatro mesas lá fora, não fazia negócio nenhum, porque as pessoas não querem ficar dentro do restaurante, que está vazio. Iam para outras esplanadas".

Adiantando que "nenhuma esplanada cumpre o limite das mesas licenciadas", o mesmo empresário defende que "nestes meses de Verão, a câmara deveria permitir pôr mais mesas, desde que não seja no meio da rua".

A mesma opinião tem o presidente da Associação de Dinamização da Baixa Pombalina, Manuel Sousa Lopes, advertindo, no entanto, que "as esplanadas não podem ser excessivamente amplas para não prejudicar a passagem dos peões". Critica os abusos e defende "mais rigor no cumprimento das licenças atribuídas".

Considera que "os toldos deveriam ser todos iguais e bonitos, com uma cor viva, como o azul do mar, em vez de serem escuros e sujos. E deviam ter floreiras para dar mais vida e frescura ao local".»

...

Ainda ontem de manhãzinha vi e ouvi um polícia municipal em amena cavaqueira com o empregado de mesa que estava a "ordenar" as cadeiritas da esplanada da Rua Augusta, e o 1º dizia em tom jocoso enquanto lhe dava um belo de um "passou bem": «vá lá, toca de respeitar o toldo, cadeiras para lá do toldo, não, olha que aviso a polícia municipal». Risos de ambos, e lá passou e foi talvez dizer o mesmo a outra esplanada. Tem graça, quase que apostava que tinha sido exactamente a da imagem!

Saturday, November 7, 2009

PIC-NIC nos passeios do ROSSIO



Os proprietários do Snack-Bar PIC-NIC no Rossio são particularmente abusadores do espaço público. Desde a paragem de autocarros até às árvores, tudo serve para "arrumar" os equipamentos da esplanada. Com o final do verão, as cadeiras da esplanada são simplesmente empilhadas e acorrentadas ao tronco das árvores. Por sua vez, a esplanada duplica de dimensão ao domingo, invadindo o passeio todo. Fica apenas um estreito canal que mal deixa passar uma pessoa. Provavelmente o actual número de cadeiras e mesas não corresponde ao licenciado pela CML. As pessoas com mobilidade reduzida são completamente ignoradas. Inaceitável.

As esplanadas são um dos casos crónicos da Baixa: na sua maioria, são feias, sujas, desarrumadas, desalinhadas, carregadas de publicidade, de cores berrantes e com ar desleixado. E falta ainda referir os horrivéis dispositivos de plástico para os "menus", na maioria dos casos oferecidos por marcas de refrigerantes e de cervejas. O que é fabricado para um bar de praia ou de subúrbio é aplicado nas ruas da Baixa, classificada pelo Estado como Imóvel de Interesse Público (e candidata a Património Mundial pela UNESCO...).

Saturday, October 10, 2009

POSTAL DO ROSSIO: esplanada do "Pic-Nic"

Mal acaba o verão, este estabelecimento de restauração "arruma" as bases dos chapéus de sol da esplanada em redor da caldeira da árvore em frente. Quanto às cadeiras da esplanada, são acorrentadas ao tronco da árvore para passarem a noite.