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Monday, May 11, 2015
A BAIXA MODERNISTA... E AGORA ABANDONADA
Estação Fluvial na Praça do Comércio, do Arquitecto Cottinelli Telmo, na década de 40 do séc. XX (imagem retirada da exposição no Padrão dos Descobrimentos). Como é possível deixar tantos anos ao abandono esta obra prima do Modernismo português?
Thursday, March 14, 2013
POSTAL DA BAIXA: Rua da Betesga
O retrato da Lisboa de hoje - abandonada, desleixada, desmazelada - cabe inteiro aqui, na Rua da Betesga.
Thursday, November 22, 2012
Friday, November 11, 2011
Thursday, September 29, 2011
Sunday, September 25, 2011
Thursday, August 25, 2011
Saturday, July 23, 2011
Tuesday, April 12, 2011
PORTUGAL BRAND = TERCEIRO MUNDO ?
A economista Estela Barbot, que é conselheira do Fundo Monetário Internacional (FMI), está preocupada com a imagem externa do país, que diz estar a ser associado ao “terceiro mundo”. “O ponto a que chegámos está a afectar a imagem do país, das empresas e a credibilidade do país cá fora. Portugal está a ser visto como um país de terceiro mundo. Como portuguesa, estou preocupada”, diz Estela Barbot, citada pelo site da Agência Financeira.Estela Barbot, a única portuguesa conselheira do FMI, responsabiliza José Sócrates pela situação do país, pois “gastámos o que não tínhamos e vamos pagar esse preço”. Considera também que o pedido de resgate era a única “solução”, o que terá como consequência que o país ficará estagnado ou em recessão por “muito tempo”. in PÚBLICO
Fotos: Lisboa degradada, desqualificada, desorganizada - Picheleira, Freguesia do Beato. Muitas zonas da BAIXA estão em semelhante condição como sabemos. Já tinhamos uma capital repleta de cenários de Terceiro Mundo, agora o país todo está ser certificado como de Terceiro Mundo - graças, em boa medida, à classe política incompetente que tem ocupado o poder nas últimas décadas.
Tuesday, February 8, 2011
«Don't let urban art cover up neglect of Lisbon's crumbling heritage»
Officially sanctioned graffiti artists are not the answer to revitalising a beautiful city
The Guardian, Friday 4 February 2011
Rachel Dixon suggests that Lisbon council's liberal offering of derelict buildings to graffiti artists provides some alternative landscape for the itinerant tourist (Quick on the draw, Travel, 29 January). Highlighting recent examples in the city, she seems torn between viewing the results "either as a scourge or what makes a city unique".
However attractive to the art buff roaming around Europe, Lisbon highlights a disturbing practice of trying to disguise urban eyesores with alternative art – a pervasive form of official neglect. Dixon rightly identifies that she's talking about "a cluster of grand but derelict buildings". In Lisbon much is derelict!
Architecturally, Lisbon is the "Cinderella city" of Europe – much neglected, constantly abused, derelict and dilapidated. The buildings Dixon refers to are in the main centre and have been empty for 30 years. Graffiti is a scourge, as the Bairro Alto district amply proves, with itinerant, wall-to-wall scrawlings and illiterate hieroglyphics everywhere. Residents despair.
The graffiti initiative highlights poignantly the total absence of an urban strategy for regenerating the city centre. Estimates suggest there are more than 4,600 buildings empty in the central area, 50% either abandoned awaiting demolition or approval. Dixon mentions the Crono Project as an alternative to "abandoning Lisbon's crumbling heritage to the developers".
Everyone likes to demonise developers, but in this case the responsibility for such a state should be laid at the door of the planning authorities.
Dixon refers to Barcelona, whose "policy crackdown in 2004 caused the disappearance of much graphic and performance art from the streets" – but the small-scale urban regeneration there was so successful that the Royal Institute of British Architects awarded the place a gold medal, the first time a city has been so glorified.
The historic centre of Lisbon is commercially in decline, and has fewer than 10 residents. Small businesses are closing, franchising is everywhere. The Chiado area, close to Bairro Alto and destroyed by fire in 1988, is renovated and improving but too slowly. British architect Terry Farrell's proposals for the river frontage are now forgotten after being demonised by the local architectural community. Thirty years ago, as an architect involved in Bristol's and London's urban partnerships, I made proposals here to the Lisbon council and was ignored.
Dixon enjoyed Bairro Alto's restaurants and hectic nightlife with its "mix of trendy locals and knowledgable tourists". This classic residential area has grown gradually over the years without official intervention. The examples highlighted – the Crono Project, Hall of Fame, the Galeria de Arte Urbana – may well provide opportunities, as Dixon says, "to distinguish between meaningless scrawls and impressive pieces of urban art". But few locals are impressed. Many don't appreciate Lisbon council "turning over derelict buildings to street artists with stunning results" and would rather see more positive use of public money.
However, it's a beautiful city. Dixon should ignore the artwork, report the dereliction, and visit the few conservation projects that can be found. These are what make Lisbon unique, not itinerant spray jobs.
Wednesday, January 12, 2011
POSTAIS DA BAIXA: Rua Dom Antão de Almada
Veremos se de facto alguma coisa vai mudar - para melhor - agora que a Baixa tem um "Plano de Pormenor"...
Saturday, November 27, 2010
Sunday, November 21, 2010
Wednesday, November 10, 2010
Thursday, September 30, 2010
POSTA DA BAIXA: Rua da Madalena
Monday, August 16, 2010
Tuesday, August 10, 2010
AMESTERDÃO: Zona de canais concêntricos do séc. XVII classificada Património da Humanidade pela UNESCO
O Comité do Património Mundial da UNESCO, que este ano reuniu em Brasília entre o dia 25 de Julho e 2 de Agosto, anunciou os 21 novos sítios que passam a fazer parte da lista do Património Mundial.
«O conjunto urbano histórico do bairro de canais de Amesterdão é fruto do projecto de construção de uma nova “cidade-porto”, que se levou a cabo em finais do séc. XVI até ao séc. XVII. Foi criada uma rede de canais que rodeava o antigo centro histórico e medieval da cidade e que se foi expandindo até ao canal de Singelracht. Este projecto de larga duração ampliou a superficie da cidade, drenando as águas com canais traçados en arcos concêntricos e aterrando os intervalos entre canais. Os espaços assim criados permitiram erguer um conjunto urbanístico homogéneo constituido por numerosos monumentos e casas. Esta ampliação urbana foi a de maior envergadura e homogeneidade da época. O sítio constitui um exemplo de planificação urbanística em grande escala que serviu de modelo arquitectónico de referência no mundo inteiro até ao séc. XIX.»
Fotos: por estas imagens se percebe bem porque é que este bairro de Amesterdão foi classificado pela UNESCO e porque razão temos muitas dúvidas em relação à candidatura da Baixa Pombalina ao mesmo estatuto. Apesar das semelhanças em termos da relevância urbanística para o Património da Humanidade, as diferenças são óbvias. Por exemplo, neste bairro de Amesterdão não se encontram imóveis abandonados e nem pensar em demolições, caves para estacionamento e "fachadismo" como na Baixa / Chiado em Lisboa.
Friday, August 6, 2010
Monday, August 2, 2010
«Lisboa, la capital del vacío»
La degradación de los edificios y el elevado coste del suelo expulsan a los habitantes jóvenes y convierten la capital portuguesa en una ciudad cada vez más despoblada
El corazón de Lisboa está envejecido. Este es el diagnóstico de Helena Roseta, concejal de vivienda, al describir el despoblamiento de la capital portuguesa y el abandono de muchos edificios. Las casas desocupadas abundan en el centro histórico, en barrios tan conocidos como Chiado, Baixa, Alfama, Graça o Alcántara. Es una imagen que se repite hasta en las zonas más cotizadas. Entre tiendas de lujo, hoteles, bancos y empresas multinacionales asoman edificios en avanzado estado de degradación. El Ayuntamiento contabiliza una quincena en la Avenida da Liberdade, la principal arteria lisboeta, comparable con el paseo de la Castellana de Madrid o el paseo de Gracia barcelonés. Lisboa y Oporto se encuentran a la cabeza de las ciudades de la UE que más se han vaciado desde 1999 y con el mayor índice (24%) de habitantes de más de 65 años.
Helena Roseta, arquitecta de profesión, trabaja desde hace años a favor de una política de vivienda decente y fue reelegida en octubre pasado como concejal independiente en la lista del Partido Socialista. Roseta menciona tres elementos comunes del panorama urbanístico de ciudades como Lisboa, Oporto y Braga: el elevado número de pisos desocupados, el declive demográfico y el envejecimiento de la población.
Según un recuento de 2008, en Lisboa hay 4.000 edificios abandonados, de un total de 55.000. "Una parte ya tienen programas de rehabilitación aprobados por el Ayuntamiento, otros no pueden ser recuperados y tendrán que ser demolidos", explica el también arquitecto Manuel Salgado, teniente de alcalde y responsable de Urbanismo. De su estudio salieron proyectos urbanísticos como el Centro Cultural de Belem, los espacios públicos de la Expo de Lisboa, el estadio de Oporto y el paseo marítimo de San Miguel (Azores). En 2007 cambió la arquitectura por la política activa, y de momento no parece desencantado en su papel de brazo derecho del alcalde socialista António Costa.
En los últimos 30 años, Lisboa perdió unos 100.000 habitantes por década, y pasó de 800.000 habitantes al medio millón actual. Salgado dice tener "perfectamente identificadas" las causas del despoblamiento: "La mala calidad de los equipamientos de proximidad: guarderías, escuelas, centros de salud; la búsqueda de viviendas unifamiliares; y, la más importante, el coste del metro cuadrado, que en Lisboa es dos o tres veces más caro que en los municipios limítrofes".
Una cuarta parte de la población de la ciudad vive en el umbral de pobreza, según cálculos del Ayuntamiento. Jubilados, desempleados, gente que vive del subsidio mínimo, en un extremo. En el otro, quienes tienen más recursos y pueden acceder sin problemas al mercado de la vivienda en Lisboa. En muchos casos tienen casa en las zonas más exclusivas de los alrededores, como Estoril y Cascais. "Queremos acabar con la brecha enorme que existe en Lisboa entre los muy ricos y los muy pobres, y para ello es muy importante que la clase media y los jóvenes sean parte importante de la población de la ciudad", señala Manuel Salgado.
La ciudad tiene 650.000 puestos de trabajo, pero solo 500.000 residentes, de los que una cuarta parte son activos, explica el teniente de alcalde. "Esto significa que cada día entra y sale de Lisboa más de medio millón de personas. Es una situación prácticamente única en Europa, solo comparable con Oslo, que tiene más puntos en común con las ciudades estadounidenses". El geógrafo João Seixas, profesor de la Universidad de Lisboa, define el fenómeno como "una enorme fragmentación de residencia".
Las consecuencias de este trasiego diario son dramáticas para una ciudad que se llena y vacía como un pulmón. Desequilibrio, congestión de la vía pública, contaminación y ruido. "Hay 162.000 vehículos registrados en Lisboa y entran cada día unos 400.000, que suponen un gran desgaste para la ciudad y no aportan ingreso alguno a las arcas del Ayuntamiento porque pagan sus impuestos en otros municipios", explica Salgado.
Las noches y los fines de semana, Lisboa se vacía y hay zonas que adquieren un aire fantasmagórico. Algunos barrios más céntricos, donde abundan edificios abandonados, tienen notables carencias de servicios. Ante la falta de demanda hay poca oferta de tiendas, bares o taxis, lo que ahuyenta a los moradores jóvenes, que optan por vivir en barrios más lejanos pero con más vida.
Propietarios, inquilinos y autoridades municipales se acusan mutuamente del deterioro del parque inmobiliario. Los primeros se quejan de la ley de arrendamientos urbanos, que se remonta a los años cincuenta, en plena dictadura salazarista, y mantiene congelados alquileres irrisorios que no permiten afrontar obras de rehabilitación. "La propiedad se ha convertido en Portugal en una asistencia social privada al inquilino", dice Monteiro de Barros, de la Asociación Lisboeta de Propietarios.
Los contratos firmados desde 1990 son libres y el nuevo régimen de arrendamiento de 2006 permite aumentar los alquileres si la casa está en condiciones de habitabilidad, lo que no ocurre en bastantes barrios. Pero no se han tocado las rentas antiguas porque, según Manuel Salgado, "provocaría un choque social muy serio". Romão Lavadinho, presidente de la Asociación de Inquilinos Lisboetas, reconoce que "hay muchos pisos en mal estado, por los que el inquilino paga unos 70 euros al mes". "Pero no es menos cierto", añade, "que muchos propietarios dejan que las casas estén al borde de la ruina, para lograr su demolición y construir un inmueble con más pisos y más rentable". Lavadinho también acusa a los ayuntamientos de ciudades como Lisboa y Oporto: "Son los mayores propietarios y los que tienen el patrimonio más deteriorado".
A pesar de la decadencia de la Lisboa antigua y señorial, la belleza de la ciudad, con sus siete colinas y el río Tajo omnipresente, sigue siendo un poderoso imán para el visitante extranjero. Consciente de ello, el Ayuntamiento ha encontrado un instrumento para recuperar la vitalidad de la ciudad: el programa Erasmus, que facilita la movilidad académica de los estudiantes dentro de la Unión Europea. "Nuestro objetivo es transformar Lisboa en una ciudad Erasmus", asegura Manuel Salgado. Según los indicadores municipales, los 3.000 estudiantes extranjeros que llegan por año están contribuyendo a dinamizar el mercado de vivienda de alquiler.
in EL PAÍS 1-8-2010
Tuesday, May 25, 2010
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