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Monday, September 5, 2011

A Casa da Direcção Municipal de Cultura

Era aqui, neste palacete na Rua das Portas de Santo Antão, que esteve instalado até ao mês passado a Direcção Municipal de Cultura de Lisboa. Reparar na diferença entre a fachada virada para a rua e a de tardoz. Viva o Património! Viva a Cultura!

Wednesday, August 3, 2011

Festival dos Oceanos no MUSEU do TEATRO ROMANO

Inserido no Festival dos Oceanos, evento que decorrerá na cidade de Lisboa entre os dias 30 de Julho a 13 de Agosto, o Museu do Teatro Romano associa-se a este evento através do alargamento do período de abertura - até às 24h, nos dias 4 e 11 de Agosto. Nestes dias, haverá visitas guiadas às 18.30h onde serão divulgados os mais recentes resultados das últimas campanhas arqueológicas.

Saturday, October 31, 2009

o novo "Arquivo da Cidade de Amesterdão"

O Arquivo da Cidade de Amesterdão foi transferido recentemente para o centro da cidade.

O mais importante arquivo da cidade está desde 2007 instalado num edifício emblemático de Amesterdão, construído entre 1919 e 1926 para sede de um grande banco holandês com actividade centrada nas colónias (o equivalente ao nosso BNU).

A adaptação da antiga sede de banco a novo arquivo é exemplar. A identidade patrimonial do edifício foi preservada mas não se comprometeu a funcionalidade do novo equipamento. Exemplar também é o horário de abertura. Foi pensado de modo a que todos os munícipes tenham a possibilidade de ir ao arquivo da sua cidade: está de portas abertas aos fins-de-semana entre as 11h e as 17h.

Este exemplo de Amesterdão é particularmente relevante para Lisboa na medida em que se trata do arquivo de uma cidade da Europa com um passado colonial muito semelhante ao de Lisboa.

Nós lisboetas não podemos deixar de pensar nos vários imóveis devolutos, Municipais e do Estado, espalhados pelo centro da capital. É lamentável que as únicas ocupações em que se pensa para todo este património sejam os “hotéis de charme” ou “condomínios de luxo”.

Mas há evidências de mudança de mentalidades. Foi um bom sinal a decisão da CML instalar o MUDE - Museu do Design e da Moda na antiga sede do BNU, em plena Baixa. Esperemos agora que se tenha o bom senso de abandonar a ideia de construir um mega edifício no Vale de Santo António, um projecto bem intencionado mas pouco sustentável e numa localização excêntrica.

Lisboa ainda está na infância. Para confirmar a nossa triste realidade basta visitar o arquivo de Amesterdão no sítio na internet: http://www.stadsarchief.amsterdam.nl/

Para saber mais sobre a história do edifício (classificado "Monumento Nacional" desde 1991): www.debazelamsterdam.nl/engels/indexGB.htm

Wednesday, October 28, 2009

HOJE: 7 anos do encerramento do Arquivo Histórico de Lisboa

Faz hoje exactamente 7 anos que o pólo do Arquivo Histórico do Arquivo Municipal de Lisboa encerrou ao público. Motivo: não tem instalações.

E como vai sendo habitual, não houve qualquer notícia nos Media. Já ninguém parece dar grande importância ao facto. Possíveis novos túneis, "hoteis de charme", novos silos da Emel para estacionamento ou a nova travessia do Tejo são vistos como assuntos mais relevantes.

Mas é importante recordar que desde o dia 28 de Outubro de 2002 que o Arquivo Histórico da nossa cidade não está disponível para consulta. Os munícipes de Lisboa, os restantes cidadãos do país (afinal é o arquivo da capital...) e os investigadores estrangeiros (fomos capital de um império durante séculos...) estão pura e simplesmente privados de consultar o Arquivo Histórico da cidade de Lisboa. Haverá outra capital da UE nestas condições de terceiro mundo?

Quanto aos restantes pólos: o Arquivo Intermédio está "temporariamente" arrumado nas garagens em cave de um imóvel de habitação social no Bairro da Liberdade. Quem o frequenta sabe que no inverno é comum ver a Sala de Leitura decorada com caixas de plástico recolhendo a água da chuva. Quanto ao pólo do Arco Cego, é um milagre ainda não ter sido consumido por um incêndio...

Os funcionários dos Arquivos Municipais são esquecidos e uma espécie de "parentes pobres" da máquina da autarquia.

Mas afinal, estamos a falar de um equipamento cultural. Os milhões de euros que a CML já gastou em flores para os canteiros da Av. da Liberdade assim como os milhões gastos em iluminações de Natal, teriam dado para um Arquivo Municipal como aqueles que vemos em Madrid ou Amesterdão.

Estamos na altura de exigir ao novo executivo, que tomará posse no próximo dia 3 de Novembro, uma solução para os Arquivos Municipais.

Lisboa merece um Arquivo digno da sua História.

Imagem: Atlas da Carta Topográfica de Lisboa - 1857 -Planta 26 (Largo do Rato)

Tuesday, September 15, 2009

Monumento ao Marquês Sá da Bandeira na Praça de D. Luis I









Monumento ao Marquês Sá da Bandeira na Praça de D. Luis I

-estatuária em bronze e pedra em mau estado de conservação
-cantarias em mau estado de conservação
-inscrições em bronze incompletas
-elementos vandalizados com grafitos
-gradeamento artístico em mau estado de conservação
-iluminação obsoleta e inoperacional (focos destruídos)

Esta obra, erguida por subscrição pública e inaugurada em 1884, pede um restauro urgente. Para além deste monumento, de um modo geral todo o jardim apresenta sinais preocupantes de degradação e abandono. O Director Municipal de Cultura, Dr. Francisco da Motta Veiga, foi informado no dia 28 de Agosto de 2009.