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Monday, March 24, 2014
Monday, April 2, 2012
The Historic Urban Landscape. Managing Heritage in an Urban Century
Este nova publicação da UNESCO trata da questão muito contemporânea da reabilitação urbana e apresenta as recentemente adoptadas recomendações da UNESCO para a Paisagem Urbana Histórica. Um livro que o Arquitecto Manuel Salgado deveria ter na sua mesa de cabeceira:
Foto: Bairro da Estefânia, (Rua Rebelo da Silva) um dos Bairros Históricos que tem sofrido de sucessivas demolições aprovadas pela CML. No Bairro de Campo de Ourique o Vereador Manuel Salgado chegou ao cúmulo de aprovar a demolição integral de imóveis com fachadas de qaulidade, integralmente revestidas de azulejo da Fábrica Viúva Lamego. Destruir o património arquitectónico da nossa cidade é destruir recursos económicos vitais pois ajudariam a tornar Lisboa numa cidade mais competitiva no contexto das grandes cidades históricas do continente europeu.
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Tuesday, April 12, 2011
LISBOA do FUTURO: «Vende-se Garagem com Apartamento»
Friday, August 20, 2010
"Promover o uso dos transportes públicos"
4 perguntas a... Pedro Gomes, investigador do Departamento do Ambiente da Faculdade deCiência e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.
Quais as zonas com mais altos níveis de poluição do ar?
A situação mais grave é na área de Lisboa, logo seguida do Porto, porque são as zonas mais populosas e que têm mais tráfego automóvel. Depois surgem Braga e Coimbra, mas nada que se compare com Lisboa e Porto.
A situação mais grave é na área de Lisboa, logo seguida do Porto, porque são as zonas mais populosas e que têm mais tráfego automóvel. Depois surgem Braga e Coimbra, mas nada que se compare com Lisboa e Porto.
Que medidas se deve tomar para reduzir esses níveis?
Deve-se tomar todas as medidas para promover o uso do transporte colectivo em detrimento do individual. Por exemplo, nos principais acessos a Lisboa e Porto, uma das vias de rodagem deve ficar reservada para transportes colectivos, veículos eléctricos e viaturas com dois ou mais ocupantes, levando as pessoas a usar o transporte público ou a partilhar o carro próprio com outros. Desta forma, reduz-se o número de veículos em circulação. Também se deve criar mais faixas bus para dar prioridade aos transportes públicos e melhorar a sua atractividade.
Deve-se tomar todas as medidas para promover o uso do transporte colectivo em detrimento do individual. Por exemplo, nos principais acessos a Lisboa e Porto, uma das vias de rodagem deve ficar reservada para transportes colectivos, veículos eléctricos e viaturas com dois ou mais ocupantes, levando as pessoas a usar o transporte público ou a partilhar o carro próprio com outros. Desta forma, reduz-se o número de veículos em circulação. Também se deve criar mais faixas bus para dar prioridade aos transportes públicos e melhorar a sua atractividade.
E nas áreas mais sensíveis?
Nas zonas mais críticas, deve-se interditar o acesso a veículos que ultrapassem os limites de emissões poluentes, que normalmente são os mais antigos.
Nas zonas mais críticas, deve-se interditar o acesso a veículos que ultrapassem os limites de emissões poluentes, que normalmente são os mais antigos.
Que medidas de longo prazo?
É preciso aproximar as pessoas dos seus locais de trabalho e dar-lhes transportes públicos para não terem de usar o transporte individual. As novas urbanizações devem ser construídas perto de uma rede de transporte pesado, como o comboio.
É preciso aproximar as pessoas dos seus locais de trabalho e dar-lhes transportes públicos para não terem de usar o transporte individual. As novas urbanizações devem ser construídas perto de uma rede de transporte pesado, como o comboio.
Foto: eléctrico de nova geração no centro de Munique
Saturday, December 12, 2009
Dutch pledge to scrap road taxes in favour of distance-based plan
By Michael Steen in Amsterdam and Robert Wright in LondonPublished: 14 November 2009
The Netherlands last night became the first sizeable economy to promise to scrap all road and vehicle taxes and replace them with charges based on the distance driven in a scheme that may become a model for other countries. Camiel Eurlings, the transport minister, predicted that the system, to be introduced by 2012, would cut the total kilometres driven in the country by 15 per cent and CO 2 emissions by 10 per cent. While cities such as London have introduced congestion charges and Germany and Austria operate road-pricing systems for heavy-goods vehicles, only the island state of Singapore has a blanket road-pricing scheme in place.
The UK committed itself in July 2004 to introducing a national road-user charging system but Lord Adonis, transport secretary, made clear this year that that idea had now been dropped. The Dutch say the system, rather than increasing the total tax take from drivers, will raise the same amount of revenue while shifting journeys to less congested routes and times, and public transport. "This is not a milking machine," Mr Eurlings said. "The state won't get rich from it." The government estimates that it will cost 59 per cent of drivers less to pay by the kilometre than they are currently charged in road and vehicle taxes.
Transport economists almost universally support some form of direct charging for road use because it can give price signals to motorists to avoid the most congested roads at the busiest times. The Dutch scheme could provide a model for the other developed countries struggling with the impact of increased fuel efficiency in motor vehicles on the fuel taxes that are currently the main means of charging for road use. Such falls have encouraged drivers in many countries to drive more, increasing congestion and damage to road surfaces.
The Dutch system will work by installing satellite-tracking devices in cars in order to measure the distances they drive and the time of day when roads are used, allowing for variable pricing at peak times in particularly congested areas. But getting the technology right could prove challenging. Germany's truck-charging scheme was delayed as the GPS system that it chose became confused by tall buildings.
Foto: Groningen, Holanda
Tuesday, June 2, 2009
Licenciamento de obras em Nova Iorque
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