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Sunday, February 26, 2017

Sim, repetiram o feito no Porto, ao lado da Torre dos Clérigos



Tal como aconteceu no estabelecimento aberto na Rua Augusta em Lisboa, também aqui o mais provável é que todos estes dispositivos de publicidade sejam ilegais. Aguardemos...

Tuesday, March 15, 2016

RUA AUGUSTA: «Is this enough Mr. Mayor?»































O Circo, o Carnaval, o Reino do Plástico e o Império do Luxo Barato em que a Rua Augusta se está a transformar é um espectáculo degradante... Este é talvez o arruamento de Lisboa onde os sépticos podem mais facilmente verificar a trágica erosão da cidade histórica que sempre acontece quando se deixa o Turismo à Solta. Porque quando uma Câmara Municipal, e Governo(s), se mostram incapazes de ter uma ideia de Turismo e do seu respectivo planeamento, o desastre é inevitável. Estamos a caminhar para um cenário irreversível. Infelizmente muitos de nós - e dos nossos políticos - ainda olham para o Turismo como uma actividade meramente económica, do interesse do Ministério da Economia, e não como coisa cultural como poderia ser. 

Wednesday, May 6, 2015

TURISMO: RUA AUGUSTA SIEGE



























Este fim de semana passado também foi um "preview" do dilúvio do turismo massificado que Lisboa parece atrair tão fácilmente. Turismo Sustentável? Turismo de Qualidade? Capacidade de Carga de um Bairro Histórico & Monumento Nacional? Ainda não fazem parte do vocabulário de muitos dos nossos governantes e políticos. Quando a Baixa ficar reduzida a uma enorme ratoeira para Turismo de baixa qualidade, e as perdas começarem a ser óbvias e negativas para o perfil da cidade no seu todo, aí sim, talvez apareçam políticos oportunistas que se vão apresentar como messias e salvadores do "património, da tradição e da alma da baixa". Mas para já, venha mais 1 milhão de turistas para encher os novos hotéis e depois logo se vê os efeitos que tem na cidade histórica.

Tuesday, January 6, 2015

PUBLI-Cidade: Rua Augusta / R. S. Nicolau



Será que a DGPC aprovou a instalação de telas de publicidade ocupando a totalidade dos vãos do 1º andar, pelo exterior, do imóvel sito na Rua Augusta 109-111 torneja para a Rua de S. Nicolau 66 a 72 em Lisboa, conforme imagens que anexamos? Aguardamos esclarecimentos tanto da DGPC como da CML.

Tuesday, August 28, 2012

LISBOA, vista pelo Financial Times


«Analysts describe Portugal as positioned somewhere between Ireland and Greece, the two other eurozone countries to have negotiated national bailout packages, in terms of successful reform. Dublin recently succeeded in tapping capital markets with a bond issue about a year ahead of schedule. But Mr Krämer said “such a success is unlikely in the case of Portugal”.»

Foto: Lisboa, Rua Augusta. IFinancial Times, 24-8-2012

Nota: os grafittis, os contentores do lixo nos passeios, enfim, sempre os mesmos problemas na nossa cidade, bem retratados nesta imagem do jornal FT.  

Monday, June 27, 2011

"Ask me Lisboa"... but only after my lunch!

"Ask me Lisboa"... but only after my lunch! É normal que o posto de informação na RUA AUGUSTA - repito, RUA AUGUSTA - feche para almoço?! Isto é uma vergonha para o Turismo de Lisboa (capital de Portugal, certo?).

Monday, August 30, 2010

RUA AUGUSTA vista por Project for Public Spaces

Rua Augusta
Baixa District
Lisbon, Portugal

by Project for Public Spaces

Rua Augusta is the main street of Lisbon's central shopping district. A pedestrian street, the views up and down the hills of the city, and through to the Praça do Comércio, are incredible. All manner of streetlife and activity abound.
Why It Works
Rua Augusta, like all successful streets, performs two key functions: it takes you somewhere, and you enjoy simply being on it. The street is a huge sidewalk, with cafes and shops along it, as well as temporary vendors and information kiosks down the middle and at intersections.

The street itself is beautiful, made up of Lisbon's famous black and white pavers, and designed such that each intersection offered a view of the adjoining hillside neighborhoods. In addition, either end of Rua Augusta is capped by a focal point, the Praça do Comércio on one end, and the Rossio on the other. Not only do these points draw the walker along, they also are important destinations in the city itself.

While Rua Augusta is a bit touristy, and the cafes, while famous are somewhat tired, it has an amazing life its own, and features so many great innovations in maintenance and practice that it deserves to be featured. See photos for more details.

History & Background
The Baixa was once the commercial heart of the city, but that role is fading. These streets once housed all the city's banks and many of their tradespeople, including jewelers and shoemakers. Surrounding streets bear the names of the trades (Rua do Ouro, Rua dos Sapateiros, etc.) and, thanks to rent control, some shops remain.

The Baixa lies on a true rectangular grid, laid out by the Marquês de Pombal in 1755 after an earthquake decimated large parts of the city.

Friday, August 20, 2010

Esplanadas fora da lei triplicam número de mesas


In Diário de Notícias (20/8/2010)
por DANIEL LAM

«Mesas e cadeiras invadem cada vez mais a Baixa. Câmara vai lançar regras mais claras

Grande parte das esplanadas da Baixa lisboeta infringe a lei, colocando o triplo do número de mesas autorizado pela Câmara de Lisboa. Quem cumpre as normas queixa-se de concorrência desleal, pois os infractores só pagam à autarquia a taxa anual de um terço do espaço que ocupam. Os peões sentem-se incomodados sem espaço no passeio para andar, enquanto o autarca da freguesia de S. Nicolau alerta que as viaturas dos bombeiros não podem passar e a segurança da Baixa fica em risco. O vereador José Sá Fernandes garante ao DN que "um novo regulamento vai fazer isto entrar tudo nos eixos, já em 2011".

António Manuel, presidente da Junta de Freguesia de S. Nicolau, salienta que "o mais problemático é na Rua dos Correeiros, porque é estreita. Por vezes, põem as mesas a ocupar a rua desde um lado ao outro. As pessoas têm de andar aos 'esses' para passar entre as mesas. E os veículos de socorro dos bombeiros não conseguem passar".

Na sua opinião, "deve haver tolerância zero e fiscalização máxima em relação às esplanadas na Baixa, porque o que está em causa é a segurança da Baixa e de todos".

"Estamos a favor do licenciamento de todas as esplanadas, porque trazem turismo e negócio, desde que cumpram os regulamentos e não interfiram na mobilidade das pessoas e dos veículos prioritários", sublinha o autarca.

Segundo a lei, o empresário paga uma taxa anual à câmara, que determina a área e o número de mesas, cadeiras e chapéus-de--sol que a esplanada pode ter.

Na Rua Augusta, o DN detectou várias esplanadas que só têm licença para doze mesas, mas tinham praticamente o triplo.

Na Rua dos Correeiros, pelas 16.00, quase todas as esplanadas cumpriam as normas, mantendo um corredor de passagem livre no meio. Mais à frente percebeu-se o motivo de tanta legalidade. Tinha acabado de passar ali um veículo da PM, no sentido da Praça do Comércio em direcção ao Rossio.

Mas interrompeu o seu trajecto antes de chegar ao último quarteirão de ligação ao Rossio, onde as mesas das esplanadas se mantinham a ocupar a rua desde um lado ao outro sem formar um canal livre de passagem no meio.

Um restaurante indiano na Rua dos Correeiros só tem licença para três mesas na rua, mas tinha 13.

Na mesma rua, a Marisqueira Popular, com autorização para uma esplanada de quatro mesas, estava com 14, todas ocupadas com clientes. Júlio Alves, responsável do estabelecimento, admitiu ao DN a infracção, explicando que "não há outra hipótese. Se eu pusesse só quatro mesas lá fora, não fazia negócio nenhum, porque as pessoas não querem ficar dentro do restaurante, que está vazio. Iam para outras esplanadas".

Adiantando que "nenhuma esplanada cumpre o limite das mesas licenciadas", o mesmo empresário defende que "nestes meses de Verão, a câmara deveria permitir pôr mais mesas, desde que não seja no meio da rua".

A mesma opinião tem o presidente da Associação de Dinamização da Baixa Pombalina, Manuel Sousa Lopes, advertindo, no entanto, que "as esplanadas não podem ser excessivamente amplas para não prejudicar a passagem dos peões". Critica os abusos e defende "mais rigor no cumprimento das licenças atribuídas".

Considera que "os toldos deveriam ser todos iguais e bonitos, com uma cor viva, como o azul do mar, em vez de serem escuros e sujos. E deviam ter floreiras para dar mais vida e frescura ao local".»

...

Ainda ontem de manhãzinha vi e ouvi um polícia municipal em amena cavaqueira com o empregado de mesa que estava a "ordenar" as cadeiritas da esplanada da Rua Augusta, e o 1º dizia em tom jocoso enquanto lhe dava um belo de um "passou bem": «vá lá, toca de respeitar o toldo, cadeiras para lá do toldo, não, olha que aviso a polícia municipal». Risos de ambos, e lá passou e foi talvez dizer o mesmo a outra esplanada. Tem graça, quase que apostava que tinha sido exactamente a da imagem!

Saturday, April 17, 2010

Aqui nasceu Mário de Sá Carneiro





Publicidade, de legalidade duvidosa, que há vários anos desfigura a fachada de um prédio pombalino na Rua da Conceição 93-99 torneja Rua Augusta. Um estabelecimento comercial, para turismo de massas, aplicou dispositivos publicitários em todos os vãos assim como nos muros. Este caso é particularmente grave porque a vítima é o imóvel onde nasceu o poeta Mário de Sá Carneiro. O impacto é negativo tanto para a fachada como para a elegante placa comemorativa. A CML já foi alertada. A situação da fachada da Rua Augusta ainda é pior...

Sunday, January 31, 2010

Artesãos pedem a Costa que recue. Presidente afasta a hipótese do regresso do mercado de artesanato à Rua Augusta

«Os artesãos que em Maio passado foram afastados da Rua Augusta para a Praça da Figueira, em Lisboa, voltaram a pedir a António Costa que recuasse na posição. O autarca admitiu encontrar outra solução mas recusou o retorno do mercado à Rua Augusta.»

Foto: aspecto das bancadas de venda de artesanato na Rua Augusta em Julho de 2007 - artesãos com boas intenções mas instalados em local inadequado. Se a CML tivesse Urbanismo Comercial para a Baixa este tipo de ocupação nunca teria acontecido, logo não estariamos com esta questão para resolver. Os artesãos têm razão em reclamar... mas a CML também tem razão em não querer voltar ao cenário que se vê na foto.

Thursday, January 28, 2010

Artesãos pedem a Costa que recue. Presidente afasta a hipótese do regresso do mercado de artesanato à Rua Augusta

In Jornal de Notícias (28/1/2010)
CRISTIANO PEREIRA


«Os artesãos que em Maio passado foram afastados da Rua Augusta para a Praça da Figueira, em Lisboa, voltaram a pedir a António Costa que recuasse na posição. O autarca admitiu encontrar outra solução mas recusou o retorno do mercado à Rua Augusta.

"Há aqui uma situação injusta porque ao fim de oito meses não houve uma única ocupação do quarteirão do arco da Rua Augusta e tudo o que ali está é um espaço vazio que leva os lisboetas a perguntarem porque é que acabaram com o mercado de artesanato", disse Eduardo Cordeiro, representantes dos artesãos e vendedores de artesanato.

O porta-voz dos artistas interviu ontem durante a tarde na reunião pública na Câmara Municipal de Lisboa. E pediu a António Costa o regresso ao local de origem: "Aproveitem o nosso know-how construído ao longo de duas gerações e criem equipamentos dignos para o espaço", referiu Eduardo Cordeiro.

António Costa, por seu turno, foi categórico: "A Rua Augusta não é o local para se manter a feira de artesanato". "Foi esse o entendimento que existiu", continuou, "e é o entendimento que existe".

O representante dos artesãos sublinhou que a alternativa da Praça da Figueira não se tem revelado viável. "Dois colegas já desistiram da actividade", afirmou, frisando que "não há inclusão, há exclusão" e que com esta mudança "não há criação de emprego, mas antes extinção de postos de trabalho". E deixou a pergunta: "E a cidade o que ganhou?".

Perante António Costa, o mesmo responsável apelou a uma alternativa viável: "Apresentem alternativas válidas para as nossas canas de pesca e não nos ponham a pescar em lagos sem peixe".

O autarca acabou por admitir que "se a Praça da Figueira não é um bom local devemos procurar outro" e apelou à continuação do diálogo entre as duas partes.»

...

A retirada dessas vendas ambulantes da Rua Augusta foi a melhor medida em prol da Baixa dos últimos tempos. A Praça da Figueira não serve? Construção de equipamentos? Estou estupefacto!