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Sunday, December 7, 2014

BAIXA: cada vez menos bairro, cada vez mais resort urbano

Mais 1 hotel na Baixa, na R. dos Correeiros. Lisboa a «mudar» mas para melhor ou pior?
Retirar, excluir, expropriar prédios às dezenas a favor de alojamento para turistas é «regenerar a urbe» ou destruir um bairro? 

Thursday, April 12, 2012

FRAUDE NA CIDADE: Rua dos Correeiros

Infelizmente cada vez mais verificamos que os critérios que a CML tem para a reabilitação da BAIXA são - um pouco como acontece no resto da cidade histórica - superficiais. ´Como se constata aqui nas obras a decorrer neste imóvel (antiga Lanalgo) o que interessa é que o aspecto exterior se pareça com um edifícoo pombalino. Os interiores podem ser como na Alta de Lisboa ou no Parque das Nações. Sabemos que no caso deste imóvel os interiores já não eram pombalinos pois já tinham sido destruídos/adulterados nos meados do séc. XX. Mas, e se ainda alimentamos a ambição de ver a Baixa-Chiado reconhecidas como Monumento Nacional (processo em curso) e seguidamente como Património da Humanidade (UNESCO), então este tipo de "reconstrução" em betão armado não deviam acontecer. Porque a Baixa Pombalina é importante e notável não tanto pelo seu desenho urbano e de fachadas normalizadas mas especialmente pelo seu sistema construtivo anti-sismíco, a conhecida Gaiola Pombalina. Na Holanda, França, Itália, Reino Unido, zonas urbanas com este valor têm outras regras - e um edifício destes teria de ser reconstruído numa tecnologia tradicional. Atenção não confundir isto com fazer pastiche, uma mentira. A Gaiola Pombalina está bem estudada, funciona, e pode ser melhorada. Ou seja, pode ser interpretada de forma contemporânea nos casos em que já desapareceu de um edifício. Não ter exigir ao proprietário deste imóvel a reconstrução estrutural em madeira é, na nossa opinião, uma grande falha do Plano de Pormenor de Salvaguarda da Baixa. Oportunidades perdidas para qualificar, autenticamente, o perfil patrimonial da Baixa Pombalina.

Wednesday, November 10, 2010

Sunday, November 29, 2009

Monday, January 12, 2009

Hotel ameaça último correeiro da Rua dos Correeiros

In Diário de Notícias (12/1/2009)
LUÍSA BOTINAS

«Lisboa. No prédio junto à extinta Lanalgo

Helena Roseta quer propor ao executivo classificação da loja

O último correeiro de Lisboa, a loja Vitorino de Sousa, Lda. a funcionar na Rua dos Correeiros há 88 anos, corre o risco de desaparecer do mapa e do imaginário lisboeta para dar lugar a um hotel . A abertura de um processo de classificação como imóvel de interesse municipal poderá ser a tábua de salvação desta loja, derradeiro exemplo do comércio tradicional.

Os vereadores do movimento Cidadãos por Lisboa deverão apresentar nas próximas semanas uma proposta nesse sentido uma vez que a Vitorino de Sousa "nem sequer faz parte da mais recente versão da carta de Inventário do Património Municipal", conforme referiu ao DN Helena Roseta, lembrando que o CPL manifestou a sua oposição à "aprovação condicionada" do projecto de arquitectura do pedido de licenciamento de obras de ampliação e alteração de interiores e exteriores do edifício localizado na Rua de Santa Justa, n.ºs 42 a 48 e Rua dos Correeiros, n.ºs 194 a 218.

A proposta do requerente, a Falabela, Sociedade de Investimentos Imobiliários, Lda pretende adaptar dois edifícios existentes, com vista à instalação de um hotel, foi aprovada em Dezembro de 2008 pelo executivo municipal, apesar dos votos contra dos representantes do CPL, PCP e Lisboa com Carmona. [...]»

Thursday, August 7, 2008

Comércio Incontornável (5)


A 'Victorino de Sousa' é a hoje a única correeiria da Rua Correeiros! Pelo que me dizem tem os dias contados porque o novo proprietário do prédio quer fechar a loja para fazer do prédio, ao que se diz, um hotel. Foram-se os sapateiros, estão em risco as retrosarias, foram-se os fanqueiros, estão em risca os ourives da Prata e do Ouro, resta-nos o pechisbeque e o advento dos hotéis (quiçá de charme), em que a CML aposta como salvadores do estado da cidade. Puro engano (intencional?). Adeus ao último correeiro da Rua dos Correeiros? Ninguém quer saber das lojas de tradição e de carácter?

(Foto)