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Monday, April 15, 2013
PRAÇA DA FIGUEIRA: perigo & inércia
Há vários anos que a iluminação encastrada no pavimento da placa central na Praça da Figueira se encontra neste lamentável estado. A CML sabe do problema. Então porque nada fez até hoje para, pelo menos, mitigar este problema que põe em risco a segurança de pessoas (para nãofalar jo mau aspecto que oferece ao centro histórico)? A que se deve tanta inércia?
Thursday, January 27, 2011
Wednesday, August 11, 2010
Terreiro do Paço - Novos holofotes, piso estragado


Chegado por e-mail:
«Boas
se quiserem aproveitar as fotos que tirei hoje com os novos candeeiros tipo holofote e ao piso (já) estragado:
http://www.skyscrapercity.com/showpost.php?p=61696883&postcount=1971
Pedro Costa»
...
Um verdadeiro nojo, o estado actual do piso, e uma verdadeira escandaleira a nova iluminação do Terreiro do Paço. Quanto é que isto custou ao erário público? E quanto vai custar para repor a dignidade?
Tuesday, July 13, 2010
Lisboetas criticam novos candeeiros do Terreiro do Paço
In Jornal de Notícias (13/7/2010)
Cristiano Pereira
«Um grupo de cidadãos tem manifestado o seu descontentamento com o tipo de candeeiros novos que foram colocados no Terreiro do Paço, em Lisboa. Critica-se o uso de candeeiros de traço moderno e questiona-se sobre o destino dado aos candeeiros de época.
Estão lá há pouco mais de uma semana mas não estão a ser bem recebidos pela população e até já há quem lhes chame, em tom de gozo, os “periscópios”. Os novos candeeiros públicos do Terreiro do Paço são uma espécie de cilindro metálico de traço minimal e moderno que, na óptica de Paulo Ferrero, do Movimento Fórum Cidadania Lisboa, “são um exemplo de mau gosto”.
O grupo de cidadãos acabou de enviar uma carta à autarquia na qual vincam o seu desacordo perante a medida da Câmara em “marcar uma praça barroca com o traço da contemporaneidade como se de nova zona urbana da cidade se tratasse”.
Paulo Ferrero admitiu ao JN que o novo Terreiro do Paço “está muito melhor do que estava” antes das obras de requalificação, mas sublinha que urge corrigir aquilo que, na carta à autarquia, é designado por “erro patrimonial”. O grupo de cidadãos sublinha ainda que não é a primeira vez que este executivo comete este erro, relembrando “experiências medíocres verificadas na Praça da Figueira ou no Campo Pequeno”.
“Não conseguimos compreender como é que a CML continua a abater os candeeiros de época, na sua maioria do século XIX”, questionam, criticando “a prática de aquisições de exemplares esteticamente dissonantes sempre que se leva a cabo uma operação de requalificação do espaço público”.
Contactada pelo JN, a Câmara remeteu esclarecimentos para a Sociedade Frente Tejo que, por sua vez, desvalorizou as críticas. “Eles são contra o Terreiro do Paço”, disse, impaciente, Maria João Rocha, do departamento de Comunicação da Sociedade Frente Tejo, lembrando “que os projectos foram aprovados em discussão pública”.»
Cristiano Pereira
«Um grupo de cidadãos tem manifestado o seu descontentamento com o tipo de candeeiros novos que foram colocados no Terreiro do Paço, em Lisboa. Critica-se o uso de candeeiros de traço moderno e questiona-se sobre o destino dado aos candeeiros de época.
Estão lá há pouco mais de uma semana mas não estão a ser bem recebidos pela população e até já há quem lhes chame, em tom de gozo, os “periscópios”. Os novos candeeiros públicos do Terreiro do Paço são uma espécie de cilindro metálico de traço minimal e moderno que, na óptica de Paulo Ferrero, do Movimento Fórum Cidadania Lisboa, “são um exemplo de mau gosto”.
O grupo de cidadãos acabou de enviar uma carta à autarquia na qual vincam o seu desacordo perante a medida da Câmara em “marcar uma praça barroca com o traço da contemporaneidade como se de nova zona urbana da cidade se tratasse”.
Paulo Ferrero admitiu ao JN que o novo Terreiro do Paço “está muito melhor do que estava” antes das obras de requalificação, mas sublinha que urge corrigir aquilo que, na carta à autarquia, é designado por “erro patrimonial”. O grupo de cidadãos sublinha ainda que não é a primeira vez que este executivo comete este erro, relembrando “experiências medíocres verificadas na Praça da Figueira ou no Campo Pequeno”.
“Não conseguimos compreender como é que a CML continua a abater os candeeiros de época, na sua maioria do século XIX”, questionam, criticando “a prática de aquisições de exemplares esteticamente dissonantes sempre que se leva a cabo uma operação de requalificação do espaço público”.
Contactada pelo JN, a Câmara remeteu esclarecimentos para a Sociedade Frente Tejo que, por sua vez, desvalorizou as críticas. “Eles são contra o Terreiro do Paço”, disse, impaciente, Maria João Rocha, do departamento de Comunicação da Sociedade Frente Tejo, lembrando “que os projectos foram aprovados em discussão pública”.»
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Monday, July 12, 2010
Os candeeiros da Praça da Figueira
A Praça da Figueira é o exemplo acabado de falta de gosto, bom senso e mau planeamento urbano e desenho de espaço público dos últimos anos de intervenção da CML. Mesmo assim ainda tiveram a honradez de deixar candeeiros réplicas do antigamente.
Wednesday, April 21, 2010
Consolas de iluminação freak na Freguesia do Sacramento ?
Monday, March 22, 2010
LISBOA É...
Monday, February 22, 2010
LISBOA É...
Saturday, November 15, 2008
Lisboa mergulha na febre do Natal com inauguração da iluminação festiva
It may still be six-and-a-half weeks until Christmas, but in many places, preparations are already starting, such as above at Madrid’s Atocha railway station. But for some, the festive spirit is tempered by other considerations.
The Union of Consumers has written to the mayor of Seville, Alfredo Sánchez, asking him to ensure the city does not allow Christmas street lights to be left on for too long, “with the double objective of reducing CO2 emissions and protecting the economies of Spanish families”.
In INTERNATIONAL HERALD TRIBUNE, 10 de Novembro de 2008
No dia em que os nossos políticos inauguram as iluminações de Natal em Lisboa, fica esta notícia de Espanha para reflexão. As medidas para redução de emissões de CO2 continuam a ser assunto de pouca importância - não iluminam tanto a vaidade política como as preocupações, genuínas, com a conservação e melhoramento do Ambiente da capital.
Saturday, November 1, 2008
O curto ciclo de vida da iluminação pública na Praça do Comércio
Um grande número destes focos encastrados não está a funcionar. Estas imagens mostram a extrema degradação de alguns exemplares. Há vários anos que estão assim. E apesar da iniciativa municipal «Aos Domingos o Terreiro do Paço é das Pessoas» já ter celebrado o seu primeiro aniversário, ninguém ainda se preocupou (ou reparou) em repôr estes equipamentos.
Merece destaque o foco na esquina da Praça do Comércio com a Rua da Prata (junto do Café Martinho da Arcada). Depois de se ter partido, foi tapado (pela CML? Junta de Freguesia?) com uma tampa de metal feita apartir de um velho sinal vertical de trânsito (de uma passadeira!). Está assim há vários anos. Na Praça do Comércio, a poucos metros dos Paços do Conselho.
Mas não são apenas estes focos que já não funcionam; só na balaustrada dos edifícios da Praça do Comércio há mais de 50 sem funcionar. Os grupos escultóricos nos torreões, estão na mesma miséria.
A CML já foi alertada para este problema.
FOTO: o curto ciclo de vida de um foco na Praça do Comércio: 1-normal; 2-destruído; 3-«agora só na próxima mega-empreitada de remodelação da praça!»
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