Mas em breve Lisboa terá um novo candidato a clássico de "avarias crónicas": as futuras escadas rolantes da Nossa Senhora da Saúde na Mouraria. Se estas escadas do Metropolitano de Lisboa - interiores e fechadas durante parte da noite - imaginem as escadas rolantes exteriores na Mouraria...Um futuro "Elefante Branco" que vai custar aos contribuintes milhões de euros mas que estará avariado, muito provavelmente, na maior parte do tempo.
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Thursday, February 9, 2017
Monday, September 1, 2014
Em Singapura os idosos controlam as passadeiras
Em vez de terem de correr para atravessar a rua e evitar um atropelamento, os idosos de Singapura têm um cartão que lhes permite aumentar até 13 segundos o semáforo vermelho dos automobilistas.
Em Singapura, idosos e pessoas com dificuldades físicas têm direito a mais tempo para atravessar a rua. Tudo graças a um cartão atribuído pelas autoridades do país. Para ganhar uns segundos extra basta passar o cartão nos sensores dos semáforos. Desde 1970 que a idade média da população de Singapura duplicou, passando dos 19,5 para os 38,9 anos. O número de idosos aumentou, num país com uma das mais altas densidades populacionais do mundo e onde atravessar a rua pode ser uma verdadeira dor de cabeça devido ao trânsito.
Com o projeto “Green Man Plus”, as autoridades responsáveis pelos transportes de Singapura permitem que estas pessoas tenham em média mais seis segundos para atravessar a passadeira. Em ruas mais longas, o tempo extra é de 13 segundos.
A Land Transport Authority vai expandir o projeto a várias passadeiras até 2015, num total de 495. Se a medida chegar a Portugal, os automobilistas podem ter de esperar bem mais pela abertura do semáforo. Com uma população cada vez mais envelhecida (a idade média dos portugueses é mais alta que a dos habitantes de Singapura, estando nos 42,6 anos), haveria muitos cartões para distribuir.
Monday, April 7, 2014
Monday, March 24, 2014
JAN GEHL: «the public component of our lives is disappearing»
“In a Society becoming steadily more privatized with private homes, cars, computers, offices and shopping centers, the public component of our lives is disappearing. It is more and more important to make the cities inviting, so we can meet our fellow citizens face to face and experience directly through our senses. Public life in good quality public spaces is an important part of a democratic life and a full life.
“Only architecture that considers human scale and interaction is successful architecture.”
“First life, then spaces, then buildings – the other way around never works.”
“The social changes of our era can help explain the dramatic increase in urban recreation – premium public spaces, with their diversity of functions, multitude of people, fine views and fresh air obviously have something to offer that is in great demand in society today.”
“First life, then spaces, then buildings – the other way around never works.”
“The social changes of our era can help explain the dramatic increase in urban recreation – premium public spaces, with their diversity of functions, multitude of people, fine views and fresh air obviously have something to offer that is in great demand in society today.”
Jan Gehl
'Jan Gehl é um arquitecto e urbanista dinamarquês cuja carreira se tem focado em melhorar a qualidade da vida urbana reorientando o design da cidade em função do peão e do ciclista.
FOTO: Largo de Santa Cruz do Castelo, um dos muitos espaços públicos que continua refém de uma mobilidade urbana centrada no transporte particular - com óbvios prejuízos para a qualidade de vida de todos.
Saturday, October 5, 2013
Saturday, August 31, 2013
PASSEIOS DE LISBOA: Rua da Madalena 151
Nesta obra municipal, que decorreu desde 2012 até recentemente na Rua da Madalena 151, a forma como um contentor de recolha de entulhos é instalado no passeio revela bem a secundarização do peão por parte da CML e de muitas empresas da construção civil. Porque nada se fez para garantir a segurança dos peões nestes momentos. Nenhuma passadeira temporária, nenhuma sinalética, nada. O peão que encontrar este obstáculo terá de atravessar as faixas de rodagem por sua conta e risco. Quanto a um cidadão de mobilidade reduzida... Isto é uma obra municipal - Elevador Público - que tem como missão melhorar a mobilidade pedonal entre a Baixa e o Largo do Caldas/Castelo. No melhor pano cai a nódoa? Com certeza é abusivo designar a nossa CML como "bom pano".
Tuesday, January 29, 2013
PASSEIOS DE LISBOA: Calçada de S. Francisco / Largo da Academia de Belas Artes
ALERTA-Passeio/degraus na Calçada de S. Francisco / Largo da Academia de Belas Artes. CML e J. F. Mártires já foram alertados para esta situação que dura há anos.
Thursday, October 13, 2011
United Stares of Narcissism: Rua dos Fanqueiros
Tuesday, March 15, 2011
MICRO-PASSEIOS de Lisboa: Rua da Padaria
«Grande parte dos passeios da freguesia da Sé não têm largura suficiente para a circulação pedonal (Travessa de Santo António da Sé com passeios de 20cm!); muitos outros, apesar da largura mínima para a circulação de peões, estão quase sempre indevidamente ocupados por carros e/ou caixotes do lixo - como podem ver pelas imagens da Rua da Padaria. Como é possível atrair novos residentes, famílias jovens como a minha com crianças, se os passeios dos arruamentos são tratados assim? É um desespero descer/subir com um carrinho de bébé a Rua da Padaria! São caixotes do lixo, são móveis abandonados, são espelhos retrovisores, tudo a dificultar a passagem com carrinhos de bébé ou sacos de compras. Por onde devo circular? No meio da faixa de rodagem? E quando chegamos à Rua dos Bacalhoeiros é outra cruz! Não era suposto existir ali uma rua pedonal? Mas o que vemos? Passeios minusculos e estacionamento em segunda e até terceira fila! Alguns dos arruamentos da Sé deviam ter apenas serventia pedonal. Noutros casos já se deviam ter suprimido lugares de estacionamento para criar passeios que cumprem com a largura mínima de lei. Com os melhores cumprimentos, MJ»
Friday, May 14, 2010
Câmara do Porto quer rebocar 40 mil automóveis por ano
A Câmara Municipal do Porto pretende "melhorar a mobilidade" na cidade e para tal tem um plano para aumentar os reboques de viaturas estacionadas indevidamente de "35 mil para 40 mil por ano".
O objectivo foi sublinhado, ontem, segunda-feira, pelo vereador da Protecção Civil, Controlo Interno e Fiscalização durante uma reunião da Assembleia Municipal, que discutiu, entre outros pontos, uma proposta para o lançamento de um concurso público que visa contratar "serviços de reboques".
Sampaio Pimentel começou por referir que a proposta "não se prende com a caça à multa", como alguns terão pensado. "A equidade" é outro objectivo que o vereador diz estar presente nesta proposta, pois o "estacionamento indevido ou ilegal faz concorrência desleal" aos parques que a câmara concessionou.
O valor do contrato estimado é de 950 mil euros, para três anos de execução.Alda Macedo, do Bloco de Esquerda, argumentou que "a Polícia Municipal tem hoje meios para executar este serviço" e votou contra.
O PS lançou a suspeita de que a proposta cede a "uma tentação populista". O partido acabou por se abster, mas o presidente da Junta da Freguesia da Vitória, o socialista António Oliveira, votou a favor alegando ser contra "a anarquia" do estacionamento no seu território. "Não é claro para nós quem vai pagar a despesa", se o município ou o proprietário do veículo removido, apontou, por sua vez, o deputado Artur Ribeiro, da CDU, que também votou contra. PSD e CDS concordaram que a proposta vai trazer "mais e melhor mobilidade à cidade" e os seus votos bastaram para dar luz verdade à proposta.
Foto: Rua da Emenda, Chiado, Lisboa
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Monday, March 15, 2010
Saturday, March 13, 2010
Monday, February 1, 2010
Monday, January 18, 2010
CRITÉRIOS da BAIXA: Rua dos Bacalhoeiros, uma rua pedonal de Lisboa
Para que servem os passeios na Travessa de Santo António da Sé?
Friday, January 15, 2010
VOTE na Pedonalização do Largo de São Vicente - OP 2010
http://www.cm-lisboa.pt/?idc=618&kword=Largo+de+S%E3o+Vicente&area=0
A proposta, integrada na área "Infra-estruturas Viárias, Trânsito e Mobilidade" com o número 392, tem a seguinte redacção:
O conjunto urbano do Largo de S. Vicente e Rua da Voz do Operário constitui um dos piores exemplos de espaço público privatizado para estacionamento de viaturas particulares. Nos Bairros Históricos, onde há falta de jardins e espaços abertos, é inaceitável continuar a tolerar este tipo de ocupação nos arruamentos emblemáticos da capital. Todos os cidadãos têm direito a usufruir dos largos de Lisboa. O bem comum tem de ser promovido e defendido pela CML. Solicitamos a requalificação do Largo de São Vicente (pedonalização) e da Rua da Voz do Operário (instalação de pilaretes).
PARTICIPE! Ajude-nos a dignificar um dos largos mais históricos de Lisboa!
OBRIGADO!
OBRIGADO!
Saturday, August 8, 2009
«Quero ir às compras a pé posso?»
Ora o comércio consiste numa relação de troca de bens e serviços entre duas partes - o comprador e o vendedor. Ambas as partes são necessárias para que a relação comercial se processe.
O que temos assistido na comunicação social é a um "direito de antena" exclusivo aos comerciantes, ou seja à componente vendedora das transacções comerciais, que fala em nome da componente compradora - o consumidor, mostrando capacidade de adivinhar, sem bases científicas quaisquer, as preferências dos compradores apenas pelos números das vendas de alguns retalhistas.
Posto isto lanço a questão: as grandes superfícies não são elas próprias grandes zonas pedonais,livres de ruído, de ar poluído, de riscos de atropelamento ao atravessar as vias de uma loja para a outra? Porque é que não auscultamos mais as preferências dos consumidores, no que toca à actividade de fazer compras, para que possamos adaptar o comércio tradicional às suas preferências?
Talvez cheguemos à conclusão, como vemos no caso da Rua Augusta na baixa de Lisboa, que a pedonalização e requalificação das ruas dando prioridade aos peões é uma mais valia para o comércio tradicional, acautelando sempre a acessibilidade às zonas de comércio através das diversas formas de transporte, de uma forma integrada e coerente.
Mais direitos aos peões e mais zonas pedonais e de acalmia de tráfego, não implicam, como tem vindo a ser mencionado erradamente, uma quebra de competitividade do comércio tradicional, mas antes tornam as condições do comércio tradicional mais próximas das excelentes condições de circulação pedonal a que os compradores têm acesso nas grandes superfícies - é esta a experiência que tenho constatado nas cidades europeias com maiores indíces de qualidade de vida e satisfação do seu tecido social e comercial.
Deixo o desafio - que as entidades associativas que defendem o comércio tradicional se preocupem, com o mesmo determinado empenho que revelam em relação à questão dos automóveis, em modernizá-lo em termos de imagem, de qualidade dos bens e serviços oferecidos, de diversidade e preços competitivos.»
Nuno Xavier
in http://passeiolivre.blogspot.com/
Fotos: Rua da Madalena e Rua dos Fanqueiros
Friday, July 17, 2009
LISBOA É...
Wednesday, June 17, 2009
Presidente do ACP desvenda o seu sonho para a Av. Ribeira das Naus
O presidente do ACP, Carlos Barbosa, desvendou ontem o seu sonho para a Avenida da Ribeira das Naus, Avenida Vinte e Quatro de Julho e Avenida Infante D. Henrique (ver visualização em cima): um total de 20 faixas de rodagem, sobre um mega-estacionamento subterrâneo com capacidade para 55 mil lugares.Monday, June 8, 2009
RUA DA EMENDA ou RUA SEM EMENDA?
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