Showing posts with label obras ilegais. Show all posts
Showing posts with label obras ilegais. Show all posts

Sunday, February 26, 2017

Sim, repetiram o feito no Porto, ao lado da Torre dos Clérigos



Tal como aconteceu no estabelecimento aberto na Rua Augusta em Lisboa, também aqui o mais provável é que todos estes dispositivos de publicidade sejam ilegais. Aguardemos...

Monday, June 1, 2015

Casa da Sorte na Rua Garrett: Parcialmente destruída‏!









Apenas parecem sobreviver os azulejos do Mestre Querubim Lapa nas fachadas exteriores e alguns dos paineis no interior; tudo o resto, o mobiliário, revestimentos de tectos, chão e paredes foi arrancado e partido como se tudo fosse apenas lixo. Os vidros das grandes montras foram pintados de branco talvez para não permitir a visão do vandalismo já realizado no interior. Lisboa está assim... selvagem, bárbara. O projecto desta loja é de 1962 do Arquitecto Conceição Silva. Esta loja faz parte da Carta Municipal do Património.

Thursday, November 1, 2012

OBRA ILEGAL E BIZARRA NA RUA DOS BACALHOEIROS







Esta obra ilegal na frente desta loja só pode ser uma provocação à candidatura da BAIXA a Património Mundial pela UNESCO... Não duvidamos que o propósito dos proprietários era bem intencionado, mas não podemos deixar de denunciar este tipo de intervenção como totalmente inadequada no contexto da identidade patrimonial da Baixa pombalina. Isto não é "embelezamento" mas apenas mais uma obra que desfigura a Baixa. Onde andam os fiscais da CML? E que diz o IGESPAR / DRCLVT? Este espectáculo bizarro pode ser observado na Rua dos Bacalhoeiros 117 a 119.

Sunday, November 6, 2011

FALSA REABILITAÇÃO: a patética "nova" antiga Engomadoria Ramiro Leão

Na Travessa da Pena existia um interessante edifício industrial dos finais do séc. XIX: era a antiga engomadoria Ramiro Leão. O imóvel estava identificado no PDM na carta municipal do Património. Mas um dia o proprietário resolveu demolir o imóvel na sua totalidade - um acto da maior barbaridade, um exemplo de ilegalidade total. Mais tarde a CML "obrigou" à sua "reconstrução"... mas nos ridículos moldes em que foi feito - sem qualquer atenção a valores de autenticidade (vejam as pobres caixilharias de alumínio lacado)! Para "reconstruir"assim, à Disneilândia, mais valia estarem quietos e pensarem num edifício novo de qualidade que não fosse uma vergonha para as futuras gerações. Isto que lá está é uma ofensa ao património. Não tem valor patrimonial nenhum - é tudo 100% novo, nada resta da fábrica original do edifício. Falsa reabilitação no seu pior!

Sunday, April 10, 2011

Jornal do Incrível: A vida de uma trapeira pombalina na Travessa de S. João da Praça

Há imagens que valem por mil palavras. Esta é sem dúvida uma delas. Uma capital que produz este tipo de "criações" em imóveis património só pode estar seriamente doente. Agradecemos ajuda para comentar esta situação, no mínimo "incrível", e que nos deixa quase sem palavras. Com este tipo de práticas no património arquitectónico bem no coração do centro histórico da capital, o Estado português ainda pretende candidatar a Baixa Pombalina a Património Mundial da Humanidade? Imóvel pombalino na Travessa de São João da Praça, Freguesia da Sé, Lisboa.

Quase todas as construções setecentistas da cidade, com as clássicas trapeiras copiadas do tipodas casas da Baixa pós-Terramoto, estão a desaparecer. Por falta de regulamentos precisos, por falta de informação, por falta de fiscalização. Mas principalmente, por falta de interesse por quem devia salvaguardar o património pombalino de Lisboa. CML? IGESPAR?

Saturday, November 13, 2010

«Cabeçudos de Lisboa»: Rua da Alegria

Com este, no mínimo bizarro, exemplo de nova cobertura em imóvel situado em zona histórica (Rua da Alegria torneja Travessa da Conceição da Glória), iniciamos nova série com o título «Cabeçudos de Lisboa». O QUE É ISTO?! Aceitamos sugestões. Será que os edifícios património em Lisboa estão destinados a serem corridos a coberturas destas? Porque razão muitos arquitectos e proprietários têm uma aversão aguda ao restauro e reabilitação das coberturas originais? Porque são permitidas alterações da geometria das coberturas em zonas históricas consolidadas? Enviem exemplos deste mundo de absurdos para publicação aqui no blog. E nem a Baixa e o Chiado estão a salvo como sabemos.

Tuesday, April 13, 2010

Arboricídio na Rua da Palma nº 208

Terá sido nas últimas semanas que ocorreu o abate do Jacarandá centenário da Rua da Palma 208. Em Outubro de 2009, quando se iniciaram obras ilegais, o Pelouro do Urbanismo foi alertado para o perigo em que se encontrava tanto o imóvel como o respectivo Jacarandá do pátio fronteiro. Este edifício é provávelmente um dos mais antigos da Rua da Palma dadas as características arquitectónicas ainda bastante rústicas, típicas da primeira metade do século XIX. No piso térreo, onde funcionou o antigo estabelecimento comercial de venda de sementes e plantas - Casa do Campo - foram efectuadas diversas intervenções urbanísticas que acabaram por destruir o pátio onde se vendiam plantas e flores à sombra do centenário Jacarandá. Hoje, no local onde se implantava o belo Jacarandá (ver foto de 2009), vemos várias construções abarracadas de génese ilegal. E para cúmulo da indignidade, secções do tronco do Jacarandá estão a ser usados para suportar tubagens de ventilação (de uma cozinha?). A CML já confirmou que tudo decorreu sem o seu conhecimento. Agora queremos saber o que falhou. Foi efectuada alguma fiscalização à obra no seguimento das denúncias? Serão os arboricidas punidos? Porque razão Lisboa perdeu o centenário Jacarandá da Rua da Palma?

Friday, December 11, 2009

LISBOA: Capital Europeia da Marquise

Talvez seja difícil de acreditar (ou talvez não...), mas esta marquise pode ser vista no Chiado, mais precisamente na Rua António Maria Cardoso, 13.

Tuesday, September 23, 2008

VIOLAÇÕES do PDM nas Coberturas da Baixa-Chiado: mais 4 exemplos




A propósito do post anterior...

Obras ilegais, violações do PDM, é o que não falta na Baixa - Chiado.

Estes 4 exemplos mostram alterações de coberturas que violam o PDM:

-Rua Augusta, 124: alteração de cobertura em estilo 'pato-bravo', rico em cimento (apesar de várias denúncias à CML, esta obra ilegal foi concluida)

-Rua Victor Cordon, 37: aumento de cércea (nova empena cega com 2 pisos)

-Rua do Carmo, 54-66: cobertura caótica, com equipamentos de ar-condicionado (visto do Elevador de Santa Justa)

-Rua da Alfândega, 130-146: alteração de cobertura e construção no interior do quarteirão

Qualquer uma destas intervenções ilegais é inaceitavel em qualquer parte da cidade, mas o facto de ocorrerem na Baixa Pombalina é mais grave. Será que para a CML conseguir controlar as obras ilegais precisa de:

- uma mega SRU?
- um Plano de Pormenor?
- criar um novo "Comissariado"?
- ordenar a execução de mais um Relatório?
- elaborar um Plano de Salvaguarda de Emergência?
- suspender parcialmente os artigos 38º a 40º do PDM?

Mais do que um plano de pormenor, mais do que relatórios e de novos comissariados, do que a Baixa Pombalina precisa, assim como toda a cidade, é que a CML faça cumprir a lei. Também ajudava se os proprietários tivessem mais respeito pelo património da Baixa Pombalina...

Monday, June 2, 2008

RUA DA PRATA, 48-50: destruição de duas portas Arte Nova



Mais uma obra ilegal num antigo espaço comercial da Baixa, desta vez numa loja do periodo Arte Nova.

Durante o mês de Maio foi efectuada uma intervenção no interior de uma loja na Rua da Prata, 48-50 torneja para a Rua de São Julião, 84. As obras nunca tiveram qualquer identificação, como obriga a lei, e decorreram à porta fechada no maior secretismo.

A nova loja, inaugurada recentemente, é especializada na venda de "estatuetas de plástico da Nossa Senhora de Fátima & T-shirts da Selecção Nacional de Futebol". Portanto, um tipo de loja que ainda não existia na Baixa.

O novo arrendatário do espaço destruiu as duas portas de ferro forjado de estilo Arte Nova porque o elaborado design de 1900 não permitia uma boa visibilidade do interior da loja. Em seu lugar instalou duas portas de alumínio lacado de branco, de vidro único, como se pode observar na foto 1. A loja possui também uma entrada pela Rua de São Julião, onde ainda se mantém a porta original em ferro forjado como se pode ver na foto 2 (no entanto, esta porta é um trabalho mais simples em comparação com as portas que existiam na fachada principal).

Esta intervenção urbanística não teve nem aprovação da CML nem do IGESPAR.

A Unidade de Projecto da Baixa-Chiado e o IGESPAR já foram alertados para este novo caso de destruição de património. Pode ser que ainda se consigam recuperar as duas notáveis portas Arte Nova que foram arrancadas da fachada principal da loja.
Segundo os responsáveis da Unidade de Projecto da Baixa-chiado, é rara a semana em que não sejam embargadas obras ilegais na zona. Não estamos a conseguir travar estas perdas patrimóniais em zonas classificadas da cidade.

É inaceitável que em plena Rua da Prata ainda seja possível destruir uma frente de loja enquanto decorre o processo de classificação da Baixa como 'Monumento Nacional'. Já para não falar na candidatura a Património Mundial da Humanidade.

Monday, April 7, 2008

A demolição ilegal da Rua Ivens, Nº 1-13:


A obra não está licenciada, muito menos o PDM suspenso para que se autorize esta demolição de um prédio magnífico, ao abandono há mais de 15 anos, deliberadamente ao abandono. O pedido de demolição está, segundo me dizem, «em apreciação». Como explicar, então, a operação de demolição em curso?