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Thursday, December 17, 2009
PUBLI-CIDADE: Rua Garrett 25-35
Friday, November 6, 2009
QUIOSQUE VOMITANDO PUBLICIDADE
Tuesday, May 26, 2009
PUBLI-CIDADE: ROSSIO ou RENOVA?

Imagens da insensível mega tela de publicidade que a RENOVA instalou num dos imóveis classificados do Rossio:- Praça D. Pedro IV, 10 a 12 torneja Rua do Ouro, 286 a 296
É uma vergonha terem tapado quase por completo um imóvel pombalino na Praça D. Pedro IV. Esta mega tela, de pura publicidade descarada, é apenas mais um exemplo do tipo de exploração descontrolada do espaço público de Lisboa. Neste caso é particularmente grave por se tratar de uma praça emblemática da Baixa que está «Em Vias de classificação» como Monumento Nacional, e candidata a Património Mundial da Humanidade. Solicitamos hoje mesmo esclarecimentos junto da CML , Ministério da Cultura / IGESPAR e da RENOVA.
Monday, April 20, 2009
CONVERSAS COM LISBOA: ciclo de palestras nos Paços do Concelho
A cidade, a sua história, a vida quotidiana, a arte e a arquitectura, as pessoas com as suas histórias e as suas memórias, vão ser temas destas primeirasa "Conversas com Lisboa". Através das palavras dos oradores convidados para este ciclo vamos tarzer à conversa diferentes olhares sobre Lisboa e debatê-los com todos os que quiserem partilhar um pouco dessas memórias, com um olhar posto no futuro da nossa Cidade.
Todas as palestras terão lugar nos Paços do Concelho, a casa dos lisboetas, ao fim da tarde, entre as 18h00 e as 20h00.
23 ABRIL
A celebração Pombalina no Século XIX
JOSÉ SARMENTO MATOS (Olisipógrafo)
30 ABRIL
Lisboa das Avenidas Novas
RAQUEL HENRIQUES DA SILVA (UNL/FCSH)
Foto: barraca de «churros e porras» na Praça do Comércio ou a celebração da prostituição do património?
Monday, March 16, 2009
PUBLI-CIDADE: Rua do Ouro torneja Rua do Carmo
Sunday, February 22, 2009
I Congresso Internacional sobre Cidades, Culturas e Sociabilidades
Anfiteatro Nobre da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 17 e 18 de Abril de 2009
Objectivos
As políticas da desindustrialização e a reconstrução dos espaços urbanos promoveram o aparecimento de novas infra-estruturas urbanas cujos símbolos são os centros comerciais, os hipermercados, os espaços museológicos, as zonas ribeirinhas de lazer ou os parques temáticos. Um dos traços distintivos da arquitectura destes espaços é a sua função lúdica sendo o espaço colectivo cada vez menos um espaço público, face à entrega sistemática destes à administração privada. Os "novos" centros das cidades apareçam abstraídos do espaço e tempo exteriores, excluindo todos os aspectos negativos da cidade como a sujidade, a toxicodependência, o trânsito e a pobreza.
O I Congresso Internacional sobre Cidades, Culturas e Sociabilidades pretende mobilizar perspectivas interdisciplinares para reflectir e debater a(s) cultura(s) urbana(s) bem como as sociabilidades que se geram nas cidades, tendo em conta a potenciação que as mesmas geram na sociedade como um todo.
Temas
Barreiras Arquitectónicas
Campus Universitários
Centros Comerciais
Centros Históricos
Cidades Sustentáveis
(Des)industrialização Urbana
Espaços Museológicos
Género e Urbanismo
Habitação Urbana
Memória Histórica
Ordenamento dos Territórios Metropolitanos
Parques e Espaços Públicos
Parques Tecnológicos
Parques Temáticos
Renovação Urbana
Sociabilidades
Tribos Urbanas
Urbanismo e Turismo
Violência Urbana
Organização: AGIR – Associação para a Investigação e Desenvolvimento Sócio-cultural
Apoio: Instituto de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Comissão Científica
António Pedro de Andrade Dores, CIES/ Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (Portugal)
Beatriz Santamarina, Departamento de Sociología y Antropología Social/ Facultad de Ciencias Sociales/ Universidad de Valencia (Espanha)
David Coronado, Universidad de Guadalajara (México)
Dulce Magalhães, Instituto de Sociologia/Faculdade de Letras da Universidade do Porto (Portugal)
Ester Massó Guijarro, Departamento de Filosofia da Universidade de Granada (Espanha)
Fernando Cruz, Instituto de Sociologia/Faculdade de Letras da Universidade do Porto (Portugal)
Graciela Sanchez Guevara, Universidad Autónoma de la Ciudad de México (México)
João Antunes, Universidade Fernando Pessoa (Portugal)
João Teixeira Lopes, Instituto de Sociologia/Faculdade de Letras da Universidade do Porto (Portugal)
Júlia Petrus, Universidade Federal do Maranhão (Brasil)/ Universidade de Barcelona (Espanha)
Virgílio Borges, Instituto de Sociologia/Faculdade de Letras da Universidade do Porto (Portugal)
Xerardo Pereiro, CETRAD/Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (Portugal)
Resumos e Comunicações
Resumos: Os resumos deverão ser elaborados em duas das línguas oficiais do Congresso (Português, Espanhol, Inglês e Francês) e deverão conter 250 a 350 palavras, título provisório, tema, nome do autor, instituição, palavras-chave. O texto do resumo deverá indicar sumariamente os objectivos da comunicação, enquadramento teórico, metodologia empregue na investigação e resultados eventualmente obtidos.
Envio do resumo por e-mail (em alternativa: disquete ou CD-Rom), até 20 de Março de 2009.
Apresentação dos textos (resumos e comunicações): Word 97/2000/XP; Times New Roman; tamanho 12; espaçamento entre linhas de 1,5 linhas.
Comunicações escritas: Título definitivo, nome do autor, instituição, palavras-chave, referências bibliográficas, até 30 páginas A4, em disquete/CD-Rom ou e-mail, Word 97/2000/XP, Times New Roman, tamanho 12, espaçamento entre linhas de 1,5 linhas.
Envio das comunicações escritas por e-mail (em alternativa: disquete ou CD-Rom), até 30 de Abril de 2009.
Comunicações orais: serão seleccionados para comunicações orais com duração mínima de 12 minutos, os resumos que obedeçam aos requisitos gerais enunciados para os mesmos e cujos participantes se encontrem inscritos no evento, apenas para esta modalidade, até 20 de Março de 2009.
Outras informações:
Para todas as apresentações orais serão disponibilizados os seguintes meios: projector multimédia e computador, projector de diapositivos e retroprojector de acetatos.
A avaliação dos resumos será feita pela Comissão Científica e os resumos seleccionados serão publicados nas actas do Congresso. Os autores com resumos seleccionados serão informados por e-mail da aceitação dos mesmos. A Comissão Organizadora informa ainda que reserva a aceitação definitiva dos resumos de pessoas inscritas no mesmo. Mais informa que não dispõe de recursos para financiar os participantes, pelo que solicita aos mesmos que providenciem recursos, para garantir a sua vinda.
Inscrição - Até 20 de Março de 2009:
Associados: 15 euros
Membros do Instituto de Sociologia: 15 euros
Participantes com comunicação: 40 euros
Participantes sem comunicação: 20 euros
Estudantes de licenciatura (sem comunicação): 10 euros
Membros do Instituto de Sociologia: 15 euros
Participantes com comunicação: 40 euros
Participantes sem comunicação: 20 euros
Estudantes de licenciatura (sem comunicação): 10 euros
Estudantes de licenciatura – FLUP (sem comunicação): isentos
AGIR - Associação para a Investigação e Desenvolvimento Sócio-cultural
Rua do Juncal, n.º 465 r/c frente esquerdo
4445-489 Ermesinde
Portugal
AGIR - Associação para a Investigação e Desenvolvimento Sócio-cultural
Rua do Juncal, n.º 465 r/c frente esquerdo
4445-489 Ermesinde
Portugal
Monday, February 16, 2009
ESPECIALIDADES DO TERREIRO DO PAÇO: «OBRAS»
Sunday, February 15, 2009
Wednesday, January 28, 2009
CRITÉRIOS DA BAIXA: Praça da Figueira, 6B-6C
Também o IGESPAR em resposta datada de hoje, dia 28 de Janeiro, confirmou a ilegalidade destes equipamentos e informou que foram pedidos esclarecimentos à Câmara Municipal de Lisboa, através do ofício nº 149/2009, de 15 do corrente.
Ontem ao final da tarde, e quase 6 meses após a sua aparição ilegal, os reclames ainda iluminavam... Em Lisboa o crime compensa?
Nota: para ver o nosso primeiro alerta clik no título
«UMA FARTURA DE LOUCURAS EM LISBOA»
1. Real Praça do Comércio. Depois de campanhas de "animação" que demonstraram um talento inimitável em conseguir o impossível, ou seja, a transformação de uma das grandes Places Royales da Europa no Campo das Cebolas, seguiram-se as campanhas de iluminação de Natal, que já fizeram correr rios de tinta. Com efeito, a grande axialidade das iluminações apresentou grandes imagens culturais, competindo entre o tema "Barbarela" da Praça do Comércio e do Marquês, e o tema "Barbie-Bela Adormecida" do Rossio. Foram momentos inesquecíveis, só superados pelo momento culminante das ideias loucas, que foi inaugurar o tão esperado retorno do Cais das Colunas, para imediatamente anunciar para Janeiro a transformação da praça num novo estaleiro de obras, depois de anos de obras e milhões de euros que têm que ser devolvidos à UE por incompetência e mau planeamento.
Definitivamente e concluindo, António Costa não sabe o que é uma praça real, não sabe utilizar o potencial de dignidade do seu espaço público nem a imponência da sua arquitectura e demonstra-o todos os dias aos turistas europeus, que teimam em nos visitar.
2. Com o alargamento das responsabilidades dos pelouros, o vereador Manuel Salgado ficou agora com a responsabilidade do licenciamento na área do urbanismo comercial. Responsabilidade não é um termo desajustado, pois é nesta importantíssima área que muito da imagem de qualidade na vivência de um centro histórico reside.
Fazendo a comparação entre a curva ascendente da vivência e da qualidade do comércio no Chiado e a acentuada e progressiva decadência na Baixa, teremos que reconhecer que os mesmos turistas que nos visitam sabem encontrar a loja da Catarina Portas na Rua Anchieta, reconhecem de imediato o atractivo do Largo do Teatro de São Carlos, descobrem o Café no Chiado, etc... Enquanto na Baixa, estabelecimentos com verdadeira qualidade, como a Confeitaria Nacional, tornaram-se "ilhas"cercadas por comércio híbrido e descaracterizado, bem ilustrado pela ofensiva em massa do fenómeno "Chíndia".
Ao apercebermo-nos que mesmo o eixo fundamentalmente estratégico, que se inicia na Rua da Conceição, passa pela Sé até ao Largo das Portas do Sol, seguindo o percurso do eléctrico 28, zona anteriormente consolidada com comércio de qualidade e antiquários, começa a tornar-se zona de expansão estratégica do híbrido, representado pela "tralha" e quinquilharia pseudoturística "Chíndia", temos que perguntar directamente ao vereador Manuel Salgado o que é que anda a fazer... Provavelmente ele irá dizer-nos que a sua total ausência de estratégia na área do urbanismo comercial, encerra uma atitude subtil de resposta ao tal apelo de ideias loucas da vereadora.
3. Entretanto, a exposição sobre a Baixa Pombalina encerrou, como marco da total inactividade na área fundamental da reabilitação urbana. Vem o vereador Manuel Salgado anunciar a suspensão do PDM, para desenvolver não mais do que obras dispersas e empíricas, sem uma concentração pedagógica e estimulante numa zona. Além disso, por aquilo que conseguimos adivinhar nas imagens relâmpago e sem qualquer explicação que tentámos descodificar nas vídeo montagens dos projectos para o espaço público e intervenções em monumentos nacionais na Baixa, ficámos sem saber qual o grau de rigor das intervenções na perspectiva patrimonial.
Assim, sabemos que no Largo de Trindade Coelho pretende-se retirar o gradeamento na entrada da Igreja de São Roque, com o pretexto de fazer retornar a praça a uma situação original e pura... quando a Carta de Veneza nos diz claramente que o património posterior (gradeamento do século XIX) acumula as memórias de vivência do local.Poderemos então perguntar... Seguem-se os gradeamentos das igrejas de São Nicolau e de São Julião? No caso da Igreja de São Julião e no plano conjunto com o Banco de Portugal parece que sim, além de que a depuração minimalista nos interiores pretende criar uma abertura envidraçada (!) no canto direito da fachada da Igreja de São Julião.
Definitivamente, desistiu-se totalmente da candidatura da Baixa a Património Mundial e do master plan rigoroso na perspectiva patrimonial, ao nível da imagem histórica, tipologias e materiais que tal candidatura exigia e implicava.Resta-nos a consolação da promessa de mais ideias loucas na gestão de uma cidade com um potencial histórico, patrimonial e cultural único entregue a eleitos sem capacidade para o reconhecer, valorizar e aproveitar.
Artigo de opinião de António Sérgio Rosa de Carvalho, Historiador de Arquitectura, publicado no PÚBLICO 25.01.2009
FOTO: a já clássica barraca de farturas do Terreiro do Paço, caso talvez único na Europa da UE, introduzido pelo Presidente da CML no âmbito da iniciativa «Aos domingos o Terreiro do Paço é das Pessoas»
Tuesday, December 30, 2008
Sunday, December 28, 2008
«NATAL É QUANDO OS PATROCÍNIOS QUISEREM»
Wednesday, December 24, 2008
«NATAL É QUANDO OS PATROCÍNIOS QUISEREM»
Monday, December 22, 2008
ROSSIO: o mega cenário autista da «Jogos Santa Casa»
«Exmo. Sr.
Em resposta ao seu email, informo que não deu entrada neste Instituto qualquer pedido de parecer sobre as decorações de Natal a que se refere.
Em resposta ao seu email, informo que não deu entrada neste Instituto qualquer pedido de parecer sobre as decorações de Natal a que se refere.
No entanto, solicitámos informação à Direcção Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo.
Com os melhores cumprimentos,
Cíntia Pereira de Sousa
Assessora da Direcção
IGESPAR, IP»
Nada de novo. Mais um exemplo da República das Bananas? E agora? Os responsáveis pela classificação e salvaguarda dos Monumentos Nacionais vão fazer respeitar a lei? As fotos provam que apesar dos protestos - e até da irregularidade da falta do parecer obrigatorio do IGESPAR - ainda ninguém se levantou da cadeira para «defender» o património classificado. Não há a menor dúvida a quem pertence a Baixa durante o Natal.
Thursday, December 11, 2008
Tuesday, December 2, 2008
ROSSIO: o mega cenário autista da «Jogos Santa Casa»
Monday, December 1, 2008
TERREIRO DO PAÇO: a TMN mal disfarçada de Natal
Thursday, November 27, 2008
«CONTO DO NATAL» OU «CONTO DO VIGÁRIO»?
Com a desculpa, mal disfarçada, do Natal, uma empresa de telemóveis instalou-se na Praça do Comércio com 24 grandes balões.
E no Rossio, uma instituição que pela sua história centenária devia dar o exemplo de boas práticas e de respeito pelo património, ergueu uma enorme estrutura kitsch, evocação pueril da terra do Pai Natal, que tapa o monumento a D. Pedro V [assim como a fachada do Teatro Nacional!].
Os impactos negativos são óbvios e não precisam de mais argumentação para além de uma breve e simples visita aos sítios (ver fotografias). Não se pode aceitar que a Praça do Comércio e o Rossio, com pretensões de serem classificadas pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade, possam estar durante mais de dois meses desfiguradas por estruturas de publicidade desta dimensão. Mas antes de se falar na hipotética classificação por um organismo internacional, os cidadãos questionam o silêncio do IGESPAR. Sendo evidente que a plena fruição destes imóveis classificados está comprometida pelas estruturas de publicidade agressiva – e tendo em consideração que a fruição dos bens culturais é um direito que está consagrado na Lei do Património - porque razão o Ministério da Cultura / IGESPAR não salvaguardam a integridade patrimonial da Praça do Comércio e do Rossio? Foram consultados?
Os impactos negativos são óbvios e não precisam de mais argumentação para além de uma breve e simples visita aos sítios (ver fotografias). Não se pode aceitar que a Praça do Comércio e o Rossio, com pretensões de serem classificadas pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade, possam estar durante mais de dois meses desfiguradas por estruturas de publicidade desta dimensão. Mas antes de se falar na hipotética classificação por um organismo internacional, os cidadãos questionam o silêncio do IGESPAR. Sendo evidente que a plena fruição destes imóveis classificados está comprometida pelas estruturas de publicidade agressiva – e tendo em consideração que a fruição dos bens culturais é um direito que está consagrado na Lei do Património - porque razão o Ministério da Cultura / IGESPAR não salvaguardam a integridade patrimonial da Praça do Comércio e do Rossio? Foram consultados?
Seria impossível um cenário destes em Londres, na Trafalgar Square ou em Paris, na Place de la Concorde. Será que a CML já se esqueceu que a Praça do Comércio é a única do país classificada como «Monumento Nacional»? E que a classificação da Baixa está em vias de ser alterada de Imóvel de Interesse Público para Monumento Nacional? As ocupações do espaço público que prejudiquem a visualização integral dos monumentos devem ser proibidas.
É lamentável ver todos os anos a Baixa explorada desta maneira pelas grandes marcas e empresas. E tudo com a aprovação da CML - a mesma que organiza uma exposição que celebra os 250 anos do Plano da Baixa. É frustrante ver o novo executivo da CML a repetir erros de executivos anteriores, num ciclo vicioso que só projecta Lisboa como cidade provinciana, onde a história e o património estão sempre disponíveis, por um preço, em euros.
É lamentável ver todos os anos a Baixa explorada desta maneira pelas grandes marcas e empresas. E tudo com a aprovação da CML - a mesma que organiza uma exposição que celebra os 250 anos do Plano da Baixa. É frustrante ver o novo executivo da CML a repetir erros de executivos anteriores, num ciclo vicioso que só projecta Lisboa como cidade provinciana, onde a história e o património estão sempre disponíveis, por um preço, em euros.
FOTO: Conto do Natal?! Conto do Vigário!
Sunday, October 19, 2008
ESPECIALIDADES do TERREIRO DO PAÇO: Feira do Exército Português
Especialidade Nº6: Feira do Exército Português
No passado domingo dia 4 de Julho era esta a "animação cultural" que se vivia no Terreiro do Paço. Parece que a República ainda se sente ameçada pela monarquia.
A mais nobre praça nacional já foi campo de batalha publicidade & marketing agressivo das mais diversas empresas e produtos. Faltava só um aproveitamento pelo próprio exército da República. Afinal, por lá já passaram multinacionais como a Vodafone (via corrida de sofás), a LÓreal (via shampô anti-caspa!) e claro, aquele banco nacional que ficou conhecido por tentar impingir aos lisboetas um cone gigante de ferro e luzinhas a piscar a que chamavam «Árvore de Natal»... Até parece que em Lisboa não existem grandes superfícies para realizar grandes feiras.
O projecto “Aos Domingos o Terreiro do Paço é das Pessoas” é uma iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa que teve o seu início há um ano, exactamente a 26 de Agosto de 2007.
O Fórum Cidadania LX convida os lisboetas a recolherem imagens do Terreiro do Paço que não queremos! Enviar fotos/mensagens com o título "Especialidades do Terreiro do Paço".
Nota: o FCLX agradece o envio destas imagens / informação por um residente da Baixa.
Sunday, October 12, 2008
ESPECIALIDADES do TERREIRO DO PAÇO: Feira Popular Municipal
Especialidade Nº5: Feira Popular Municipal
No passado domingo dia 15 de Junho era esta a "animação cultural" que se vivia no Terreiro do Paço.
Já tinhamos as barracas de gelados da Nestlé / Olá, mais os churros, farturas, waffles, pipocas e neve doce. Faltava um "carrousel". Parece que estes veículos da frota da CML vieram resolver esta falha. Neste domingo a praça reuniu quase todos os ingredientes de uma lusitana Feira Popular. As viagens no "carrousel" municipal eram totalmente gratuitas.
Será que ainda vamos observar peritos da UNESCO a subirem na direcção dos céus neste versátil veículo municipal? Pelo menos de lá de cima poderão fazer uma avaliação de 360º da gestão municipal de uma das mais emblemáticas praças monumentais da Europa.
O projecto “Aos Domingos o Terreiro do Paço é das Pessoas” é uma iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa que teve o seu início há um ano, exactamente a 26 de Agosto de 2007.
O Fórum Cidadania LX convida os lisboetas a recolherem imagens do Terreiro do Paço que não queremos! Enviar fotos/mensagens com o título "Especialidades do Terreiro do Paço".
Nota: o FCLX agradece o envio destas imagens / informação por um residente da Baixa.
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