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Wednesday, November 12, 2008

5' em dia, supostamente, por Lisboa (3)


O Sr.Presidente teve também tempo para confirmar, a quem estava atento, aquilo que eu já dissera aqui, ou seja: está completamente confuso sobre o tal de acesso mecânico ao Castelo, desde a colina de São Cristóvão. Ou seja:

Confunde elevador dentro do prédio do final da Rua da Vitória, com escadas rolantes públicas dentro do piso térreo da Rua dos Fanqueiros e do lado de lá, na Rua da Madalena. Idem com o acesso ao longo do edifício do antigo Mercado do Chão do Loureiro. E quão grande é a diferença, santo Deus, além de que só a escolha de escadas rolantes é minimamente credível e fundamentada tecnicamente, e a única suficientemente capaz de ser eficiente e eficaz, que é o que se deseja. Se é para colocar um elevador em cada sítio, mais vale ficar tudo na mesma.

Mais uma vez, nem a mesa nem os organizadores fizeram qualquer pergunta sobre isto. Nem houve intervenção do público.

5' em dia, supostamente, por Lisboa (2)


O Sr. Presidente contradisse-se inequivocamente quanto à suspensão de artigos do PDM para efeitos de Plano de Pormenor da Baixa Pombalina ao deixar escapar que embora sendo a suspensão directamente para 4 projectos «estruturantes» (*) (as aspas são minhas), lá foi adiantando que a suspensão é precisa para ... obras de alterações nos edifícios de modo a que se atraia mais moradores à Baixa, uma vez que a condicionante imposta no PDM - apenas obras de conservação e restauro - não chegam para esse fim. Ou seja, duas consequências: é o começo de obras de alterações 'por dá cá aquele palha' e é o fim de qualquer hipótese (já ténue, diga-se de passagem) de candidatura da Baixa Pombalina à UNESCO. Mas é bom que as coisas sejam claras e que cada qual assuma as suas responsabilidades.

Curioso foi ver que, mais uma vez, nem a mesa nem os organizadores fizeram qualquer pergunta sobre isto. Nem houve intervenção do público.


(*) Abertura dos museus da Moda e do Design (edificio BNU/Rua Augusta); Museu da Moeda (Igreja de São Julião e edifício contíguo, ambos do Banco de Portugal); acesso mecânico ao Castelo; e demolição de anexos ilegais no Quartel do Carmo.

5' em dia, supostamente, por Lisboa (1)


«diagonal | s. f. | adj. 2 gén.
do Lat. diagonale < Gr. diá, através + gonia, ângulo
s. f.,
segmento de recta que, num polígono ou poliedro, une vértices de ângulos não situados sobre o mesmo lado ou sobre a mesma face;
direcção oblíqua;
adj. 2 gén.,
oblíquo».

Em vez da Circular das Colinas, vem aí a 'Diagonal Nascente-Poente'. Foi o Sr. Presidente que o anunciou ontem, no São Luiz, em mais uma jornada por A.Costa, perdão, por Lisboa. E disse mais:

Disse que, aproveitando o túnel do Marquês que já lá está [mas o PS não era, e bem, contra o túnel?], e uma vez que a Circular das Colinas foi liminarmente vetada pela AML, há a possibilidade de construir uma diagonal, passando pela Av. Duque de Loulé [túnel?], passando pelos edifícios desactivados do Arquivo de Identificação de Lisboa [partindo edifícios? em túnel?], e pelos terrenos do D.Estefânia [esventrando os jardins? partindo pavilhões? A CML já se pronunciou sobre a desafectação do D.Estefânia, como devia? ou faz figura de corpo presente?], também em vias de ser desactivado, e abrir uma diagonal nascente-poente que leve os carros do Marquês ao Alto de São João [suponho que por via da construção de túnel no final da Pascoal de Melo?].

Curioso foi ver que nem a mesa nem os organizadores fizeram qualquer pergunta sobre isto. Nem houve intervenção do público.