Monday, February 16, 2009
ESPECIALIDADES DO TERREIRO DO PAÇO: «OBRAS»
Sunday, February 15, 2009
Friday, February 13, 2009
VÃO MAS É DE CARRINHO
Fernanda Câncio
Jornalista - fernanda.m.cancio@dn.pt
«No último fim de semana, com parte da Baixa fechada ao trânsito por causa da repavimentação da Rua da Prata - e como tardou -, um taxista comentava, escarninho: "Vêm aí as eleições, já começam as obras". Pode ser que o taxista tenha razão e que a equipa de António Costa, ao fim de um ano e meio a governar Lisboa, tenha só agora arrancado para a acção por motivos que se devem também ao calendário eleitoral. Mas, seja qual for o motivo, é de celebrar que finalmente haja uma empreitada para tapar buracos - e como os lisboetas, mais os saltos dos sapatos, pneus e jantes agradecem - , que se iniciem as obras para certificar o fim do despejo directo dos esgotos no Tejo (um escândalo q ue envergonha toda a gente) e, jóia da coroa no que respeita aos moradores e amantes da Baixa, entre os quais me incluo, um plano para acabar com o trânsito de atravessamento na zona. [...]»
O problema não está resolvido, cara Fernanda. Acontece que a colocação de um tapete sobre outro tapete pode resultar 1-2 anos, mas com o tempo vai esburacar e torcer facilmente e de forma mais regular do que até aqui. Deviam ter levantado tudo ... mas a CML é recorrente nesta mania de cobrir com tape sobre outro e outro tapete até que os passeios fiquem da altura de 1 cm. É sempre a opção mais fácil e mais barata, mas nem por isso perene. Que me lembre, apenas a Rua de São Bento teve uma intervenção de fundo, nos últimos anos. É pena. Compreende-se a urgência mas não é a solução ideal. No resto, 100% de acordo.
Thursday, February 12, 2009
Boa-Hora como hotel de charme até poderia melhorar a Baixa
Ana Henriques
«"Seria um erro manter o edifício do tribunal nas mãos do Estado, que não cuida do seu património", diz o juiz Fernando Negrão, hoje vereador
A indignação que se vive nos meios judiciais por causa da anunciada transformação do Tribunal da Boa-Hora, em Lisboa, num hotel de charme, não tem eco entre os especialistas ligados ao património. É pelo menos essa a conclusão das conversas que o PÚBLICO teve com alguns deles. Actualmente a desempenhar funções de vereador da Câmara de Lisboa pelo PSD, o juiz Fernando Negrão acha que a melhor solução é mesmo tirar o antigo convento das mãos do Estado, "porque este não cuida do seu património".
Os ratos que nunca se coibiram de partilhar os gabinetes com os magistrados dos juízos criminais ao longo das décadas chegaram a ser pretexto para uma crónica de Paquete de Oliveira. O sociólogo pensa que a solução ideal passaria por recuperar o edifício mantendo-lhe funções na área da justiça. É isso que defende a Associação de Juízes pela Cidadania, que promove uma petição a condenar a venda do antigo convento a privados, pelo que isso significa em termos de perda de memória. O protesto já recolheu mais de mil assinaturas.
"Um Estado em situação de penúria abre mãos dos meios que tem" para fazer dinheiro, reconhece Paquete de Oliveira. O investigador notou algumas diferenças entre o discurso dos funcionários de justiça da Boa-Hora, "mais sensíveis às condições de trabalho", e o dos magistrados, "mais virado para a carga simbólica do edifício".
Já o olisipógrafo José Sarmento de Matos mostra pouca paciência para posições "um bocadinho saudosistas". Na sua opinião, "a história não pára, e não se pode ficar eternamente preso a uma memória", se se concluir, como parece ser o caso, que o edifício junto à Rua Nova do Almada já não serve para as funções que desempenha há mais de século e meio. Um hotel? "Pode trazer benefícios, embora nesta conjuntura possa haver dificuldades em arranjar investidores", avisa.
A ocorrer sob a égide da Sociedade Frente Tejo, entidade de capitais públicos encarregue de recuperar a frente ribeirinha, a transformação do tribunal em hotel constitui para o historiador de arquitectura Sérgio Rosa de Carvalho uma oportunidade de revitalizar a Baixa. Tem é de ser uma intervenção exemplar do ponto de vista da preservação patrimonial: "É essencial manter aspectos como as janelas de guilhotina ou os azulejos. Não pode ser escolhido para o projecto um arquitecto que se queira afirmar pela sua criatividade." "O edifício tem de ser convenientemente restaurado", diz também Sarmento de Matos.
"Façam um convento" Cáustico, o advogado José Miguel Júdice, que durante algum tempo liderou a Sociedade Frente Tejo, lança mais uma acha para a fogueira da polémica da Boa-Hora, cuja transformação o ex-Presidente da República Mário Soares considera "uma pouca-vergonha". "Que transformem o edifício num convento", desafia Júdice. Afinal, foi para isso que o edifício foi construído no séc. XVIII.
A concentração de serviços no Parque das Nações que está a ser feita pelo Ministério da Justiça, e que implicará a mudança deste tribunal em Julho para o antigo recinto da Expo, faz todo o sentido, defende o causídico - tal como a abertura do hotel no edifício que será deixado vago na Baixa. Há contestação? "A Boa-Hora dá jeito aos advogados com escritório lá perto", observa.
Sem conseguir optar por nenhum dos lados da barricada, o urbanista Walter Rossa argumenta que a saída de serviços públicos da Baixa é sempre negativa, pela redução de actividade que implica. Por outro lado, "diz-se há tanto tempo que o tribunal ali não tinha condições de funcionamento". A clientela do hotel de charme não conseguirá compensar o desaparecimento dos juízes, réus, funcionários e advogados? "Não sei", responde Walter Rossa. Um museu ali é que não: "Não podemos ocupar sistematicamente com museus os edifícios da Baixa com valor patrimonial, senão estamos na mesma a matar esta zona da cidade."
"De há uns tempos a esta parte surgiu a mania dos hotéis de charme", critica outro olisipógrafo, Appio Sottomayor. Planeada há vários anos, pelo menos desde o tempo em que João Soares era presidente da câmara, esta é uma transformação chocante? "Dizer que estou indignado é forte de mais. Mas os lisboetas tradicionais como eu não vêem a coisa com bons olhos", responde. "No dia em que tirarem os bancos da Rua do Ouro e as repartições do Terreiro do Paço a Baixa morre." Depois de ter passado cinco anos da sua carreira de juiz na Boa-Hora, o agora vereador de Lisboa Fernando Negrão deixou de ter dúvidas: "Seria um erro manter a Boa-Hora nas mãos do Estado, que não cuida do seu património. Se a transformação em hotel for rápida e preservar os traços do edifício, é preferível."
Depois de cinco anos a trabalhar no degradado tribunal, Fernando Negrão acha preferível o edifício ser hotel»
Monday, February 9, 2009
Thursday, February 5, 2009
Tribunal da Boa Hora
Monday, February 2, 2009
Mais um andar encapuzado?
Já tinha chamado a atenção desta ampliação encapotada, aqui. E agora, esta foto recebida por email comprova o facto. Ou seja, que neste edifício [que partiu de um convite que a CML fez em 1945 ao Arq. Cristino da Silva para um «Plano Parcial de Urbanização da zona compreendida entre a Praça dos Restauradores e a Praça D. João da Câmara», cujo projecto para este novo edifício da Sociedade Industrial Aliança estaria pronto em 1948, segundo os desenhos do projecto original (publicados no catálogo da expo na Gulbenkian), em que sempre houve um piso recuado conforme se vê nesta foto], se acrescentou um novo "piso" para as instalações técnicas (ar-condicinado, antenas de telemóveis, etc.).
Os perfis de ferro são para uma cobertura de esplanada? É que, dependendo do aspecto final, isto poderá resultar num volume mais ou menos pesado/fechado e não respeita o equilíbrio projectado entre as cérceas de um lado e de outro, do Hotel Palace.
Uma coisa é muito certa: o Cristino projectou este edifício exactamente com a mesma cercea do Hotel Palace. Há alguém que pare esta espécie de "livre-trânsito" que todos os projectos de hoteis recebem na CML?
Info: FJ
Friday, January 30, 2009
«Queria passar com o carrinho de bebé e tinha de ir para o meio da estrada» - Rua da Emenda
Anna Sokolova
34 anos Russa, Médica
Thursday, January 29, 2009
As escalas de Lisboa, Morfologia, população e identidades
Actas IV Colóquio Temático“As escalas de Lisboa, Morfologia, população e identidades”
As Actas do IV Colóquio Temático "As escalas de Lisboa, Morfologia, população e identidades", apresentam escalas de observação sobre a cidade, bairros e ruas, o espaço urbano, a persistência de ruralidade nalguns bairros antigos, a heráldica autárquica, a preservação do património e a concepção e concretização de novos modelos urbanísticos. As actas do IV Colóquio Temático remetem-nos para a população e identidades, para os bairros, para a história e património de Lisboa, uma cidade em que as formas urbanas atingem outras escalas e outros valores.
Já se encontra disponível para download gratuito na loja do site do Arquivo Municipal de Lisboa:
http://arquivomunicipal.cm-lisboa.pt/
Wednesday, January 28, 2009
CRITÉRIOS DA BAIXA: Praça da Figueira, 6B-6C
«UMA FARTURA DE LOUCURAS EM LISBOA»
Tuesday, January 27, 2009
Friday, January 23, 2009
LARGO DO CARMO: largo da circulação rodoviária?
Sunday, January 18, 2009
Tuesday, January 13, 2009
LISBOA É...
Se a CML não intervir junto das empresas responsáveis iremos ver estas más práticas proliferarem no espaço público da nossa cidade.
Monday, January 12, 2009
LISBOA É...
«Portuguese Brands: Why the Past is the Future»
Tucked down the Rua Anchieta is A Vida Portuguesa, a boutique filled with a huge selection of Portugal’s historic and still-thriving brands. For anyone interested in a brand-wise archaeological dig of this country’s last century (even more time than that, actually) and a study on how to take age-old brands and turn them into luxury goods, this is the place. The store’s brochure indirectly boasts that it is full of Proust-worthy madeleines, which would be a painfully dumb claim if it weren’t true.
Owner Caterina Portas started the digging several years before the store opened in May 2007. As such, she’s an expert on the country’s best brands and what makes them tick.
“I started looking for products that were at least 40 years old,” she says, “where the quality of the product was important and the packaging was beautiful.”
Her shop is a shrine to the past, but curiously and cleverly in tune with the present. It exalts everything from ceramic swallows, which are a national symbol, to a soap that Oprah can't get enough of, to Coração metal polish, which still uses its original 1928 logo of a heart pierced by an arrow.
“Brands spend millions to create a history for themselves. Normally items that are 60 to 80 years old won’t be bad things,” she says with a touch of irony. “If they’ve lasted this long, they’re bound to have a certain quality.”
The objects Portas stocks are iconic brands and part of the greater "national brand”—each one having reached a hallowed status where it can be equated with what it means to be Portuguese—each possessing little bits of the country’s collective soul and the reverence that brand managers around the world would die for. The products trace the arc of the 20th century, including the 42-year reign of dictator Antonio de Oliveira Salazar, up to the country’s 1986 inclusion in the European Union and the rapid modernization that followed.
Now many say the country is going through a reflective period where people are weeding out the globalized products they don’t want and keeping what they’ve been doing right the whole time.
"My feeling was that with globalization, we were all starting to be alike, to dress alike, to use the same products. It was clear that we'd see a resurgence of the local," Portas says.
Portas is conscious of the blooming nostalgia of older Portuguese citizens for the good products from their past and of a younger generation’s newfound appreciation of them.
Some of A Vida Portuguesa’s clients are of the generation that grew up with these products and sees them as practical, nostalgic and part of something good that came from a tough time. Younger clients seek a connection to the past and often use the products simply because they work well.
“Our clients are old, young, rich, poor, people from Lisbon, Portuguese, foreigners and old ladies who still want their favorite hand cream,” Portas recounts. After the better part of a century, her brands are still expanding. “Couto toothpaste is 75 years old and still finding new clients,” she says, citing one example: “Now vegans like it because it was never tested on animals.
“When you get to investigate products from daily life, you touch on a lot of subjects,” she says, explaining that many of her products are still in production thanks to their quality and connection to the Portuguese past. “It’s quite possible to tell the story of a country from the products they use.”
http://www.brandchannel.com/start1.asp?fa_id=459
Hotel ameaça último correeiro da Rua dos Correeiros
LUÍSA BOTINAS
«Lisboa. No prédio junto à extinta Lanalgo
Helena Roseta quer propor ao executivo classificação da loja
O último correeiro de Lisboa, a loja Vitorino de Sousa, Lda. a funcionar na Rua dos Correeiros há 88 anos, corre o risco de desaparecer do mapa e do imaginário lisboeta para dar lugar a um hotel . A abertura de um processo de classificação como imóvel de interesse municipal poderá ser a tábua de salvação desta loja, derradeiro exemplo do comércio tradicional.
Os vereadores do movimento Cidadãos por Lisboa deverão apresentar nas próximas semanas uma proposta nesse sentido uma vez que a Vitorino de Sousa "nem sequer faz parte da mais recente versão da carta de Inventário do Património Municipal", conforme referiu ao DN Helena Roseta, lembrando que o CPL manifestou a sua oposição à "aprovação condicionada" do projecto de arquitectura do pedido de licenciamento de obras de ampliação e alteração de interiores e exteriores do edifício localizado na Rua de Santa Justa, n.ºs 42 a 48 e Rua dos Correeiros, n.ºs 194 a 218.
A proposta do requerente, a Falabela, Sociedade de Investimentos Imobiliários, Lda pretende adaptar dois edifícios existentes, com vista à instalação de um hotel, foi aprovada em Dezembro de 2008 pelo executivo municipal, apesar dos votos contra dos representantes do CPL, PCP e Lisboa com Carmona. [...]»
Saturday, January 10, 2009
World Monuments Fund: 2010 Watch nominations are now being accepted.
2010 Watch nominations are now being accepted. Deadline for nominations is March 15, 2009.
Questions or concerns about the nomination or electronic submission process should be directed to watch@wmf.org
Thursday, January 8, 2009
Lisboa: Conselho de Ministros aprova área crítica de recuperação da Baixa-Chiado
A delimitação da área crítica de recuperação e reconversão urbanística (ACRRU) da Baixa vem possibilitar à autarquia de Lisboa o "recurso aos meios legais disponíveis que possibilitem a recuperação e reconversão urbanística daquela área", refere o comunicado do Conselho de Ministros.
O diploma hoje aprovado concede ainda ao município de Lisboa o "direito de preferência nas alienações a título oneroso entre particulares dos edifícios situados na referida área, até à extinção da declaração da ACRRU".
Dos 20,2 milhões de metros quadrados de edificado da Baixa, estima-se que mais de metade (14,4 milhões) precise de reabilitação.
De acordo com a proposta de elaboração do plano de pormenor para a Baixa Pombalina, aprovada pela Câmara em Março do ano passado, mais de 700 milhões de euros deverão ser investidos até 2020 nas diversas intervenções para revitalizar esta zona da capital.
In RTP.pt
Wednesday, January 7, 2009
Câmara de Lisboa estuda habitação a custo controlado na Baixa
Lusa / SOL
BAIXA: novo conceito de mobilidade e acessibilidade vai a discussão pública
A submissão a discussão pública do novo conceito de mobilidade e acessibilidade para a frente Tejo entre Santa Apolónia e o Cais do Sodré constituiu umas das deliberações da sessão de Câmara do dia 7 de Janeiro de 2009.
Nos termos da proposta apresentada pelo presidente da CML, António Costa, e pelo vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, trata-se de um conceito definido a partir de diversos estudos realizados - “Estudo de Acessibilidade e Transportes da Baixa Pombalina”, que é parte integrante do Relatório Baixa-Chiado - Proposta de Revitalização, de Setembro de 2006, desenvolvido pelo Comissariado para a Baixa-Chiado; relatório complementar “Caracterização da qualidade do ar na área da Baixa Chiado”, de Agosto de 2006, elaborado pela equipa DCEA-FCT/UNL; estudos realizados no âmbito da revisão do Plano Director Municipal de Lisboa (estudo sectorial de Mobilidades e Transportes) e do Plano de Mobilidade de Lisboa - que tem como objectivos estratégicos a requalificação e revalorização dos diferentes tipos de espaços públicos que integram a área de intervenção, a valorização da qualidade ambiental da cidade e a melhoria da acessibilidade/mobilidade na área central.
Na mesma sessão, foi também aprovada uma proposta, subscrita pela vereadora Helena Roseta e pelo vereador Manuel Salgado que, considerando a necessidade de definição de uma estratégia integrada no processo de revitalização da Baixa-Chiado, prevê a elaboração de um estudo económico-financeiro, técnico e jurídico para a área da Baixa sobre medidas de financiamento e fiscais que incentivem a reabilitação para habitação em regime de custos controlados para venda e arrendamento.
Segundo a vereadora Helena Roseta, trata-se de um estudo “muito importante”, que poderá funcionar como “uma base muito sólida para envolver e negociar com os promotores e todos os parceiros públicos interessados em participar na reabilitação da Baixa e fazer cumprir o Plano de Pormenor”.
Tuesday, December 30, 2008
Sunday, December 28, 2008
«NATAL É QUANDO OS PATROCÍNIOS QUISEREM»
Wednesday, December 24, 2008
«NATAL É QUANDO OS PATROCÍNIOS QUISEREM»
Monday, December 22, 2008
ROSSIO: o mega cenário autista da «Jogos Santa Casa»
Em resposta ao seu email, informo que não deu entrada neste Instituto qualquer pedido de parecer sobre as decorações de Natal a que se refere.
No entanto, solicitámos informação à Direcção Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo.
Com os melhores cumprimentos,
Cíntia Pereira de Sousa
Assessora da Direcção
IGESPAR, IP»
Saturday, December 20, 2008
Maioria PS quer cortar acesso pela Baixa a automóveis particulares
Este novo "conceito" substituiu outra ideia de reordenamento do tráfego na Baixa que até agora a Câmara defendia. (...)
Thursday, December 18, 2008
O exemplo de Londres: Bloomsbury Streets versus O exemplo de Lisboa: Rua Câmara Pestana
Monday, December 15, 2008
SIZA: «20 anos do Incêndio do Chiado» em debate no CNC
Friday, December 12, 2008
SIZA: «20 anos do Incêndio do Chiado» em debate no CNC
O Arquitecto Álvaro Siza Vieira, e outros convidados, falarão sobre o projecto de reconstrução, em que uma das apostas foi a devolução ao público dos logradouros entre edifícios. A conversa abordará também a realidade actual desta zona histórica assim como os projectos futuros.

