National debt used to be the big number we all lived in fear of. Now it's greenhouse gases. Given how much people pay attention to the debt, though, let's hope this one is more effective.
A Baixa volta a estar na ordem do dia da agenda dos poderes públicos. Voltam as ideias, as presunções e as tentações. Umas novas, outras velhas. Há mais de 30 anos que assim é. Cumpre-nos, enquanto alfacinhas, zelar pela Baixa. Da Avenida da Liberdade ao Terreiro do Paço. Do Martim Moniz ao Bairro Alto. Do Cais do Sodré ao Campo das Cebolas. Aqui faremos o nosso diagnóstico. Aqui denunciaremos casos, e aqui esperamos elogiar outros tantos. Daremos ideias. Haverá debate. A Baixa conta connosco!
National debt used to be the big number we all lived in fear of. Now it's greenhouse gases.
O presidente do ACP, Carlos Barbosa, desvendou ontem o seu sonho para a Avenida da Ribeira das Naus, Avenida Vinte e Quatro de Julho e Avenida Infante D. Henrique (ver visualização em cima): um total de 20 faixas de rodagem, sobre um mega-estacionamento subterrâneo com capacidade para 55 mil lugares.BAIXA POMBALINA, classificada «Imóvel de Interesse Público» e actualmente «Em vias de classificação para Monumento Nacional?! BAIXA POMBALINA, candidata a Património Mundial da Humanidade?!

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In RTP.pt

Imagens da insensível mega tela de publicidade que a RENOVA instalou num dos imóveis classificados do Rossio:Oito anos após ter sido abandonado devido às vozes contra da opinião pública, o projecto da ligação em elevador da Baixa ao Castelo de São Jorge, em Lisboa, foi reformulado e começa a ser construído já no mês de Agosto.
A ligação irá fazer-se por um primeiro elevador colocado num prédio devoluto no começo da Rua dos Fanqueiros, que terá uma saída [ao nível do último piso] para o Largo Adelino Amaro da Costa. Depois, um outro elevador dentro do Mercado do Chão do Loureiro estabelece a restante ponte com a cota do castelo.
Segundo o vereador do Urbanismo da Câmara de Lisboa, Manuel Salgado, o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) já deu um parecer positivo ao projecto. "É uma obra que se insere no plano de acesso às encostas. O 'Mobilidade Suave", adiantou.
Além do elevador, o mercado integrará ainda um parque de estacionamento em silo automóvel, um supermercado e um restaurante panorâmico [ver pormenores na caixa ao lado]. Trabalhos que serão custeados pela Empresa Pública Municipal de Estacionamento de Lisboa (EMEL), à excepção do mecanismo de ligação ao castelo.
Fonte da empresa adiantou, ao JN, que a "transformação do mercado - actualmente sem actividade - em silo automóvel remonta ao mandato de Santana Lopes, tendo sido adjudicado à construtora Soares da Costa, em 2006". "Essa obra arranca em Agosto e o Município assume o custo relativo aos elevadores", disse a mesma fonte.
A Câmara aprovou anteontem a transferência de 380 mil euros para a EMEL, correspondentes ao projecto de inclusão dos elevadores no projecto.
In JN


